Atletas

Stephen Curry, St. Pauli e a polêmica envolvendo Kevin Plank, CEO da Under Armour

Clube e atleta se posicionaram contra o CEO da marca após o elogio feito ao mandado de Donald Trump

14 fev, 2017

O elogio de Kevin Plank, presidente da Under Armour, feito à Donald Trump tem repercutido negativamente. Para o mandatário, Trump é “um ativo comercial para os Estados Unidos“. Se o principal nome da empresa no basquete, Stephen Curry, se posicionou fortemente a respeito do assunto, o FC St. Pauli, da 2.Bundesliga, se tornou o primeiro clube patrocinado pela norte-americana a criticar publicamente a afirmação.

Um dos clubes mais Rock n’ Roll do futebol mundial e que, por estatuto, se intitula “anti-racista, anti-facista, anti-sexista e anti-homofóbico”, corroborou a declaração feita pelo armador do Golden State Warriors e exigiu que Kevin Plank reconsiderasse sua declaração por ter em seu quadro de funcionários muitos imigrantes que trazem importantes ativos para ela.

Gegengerade

Seguindo em seu posicionamento, o St. Pauli ainda afirmou que continuará a assumir uma posição crítica no futuro sempre que necessário.

Diante da polêmica que acabou envolvendo um dos seus principais astros e um dos clubes do seu portfólio, a Under Armour ratificou que conta com funcionários de diferentes religiões, nacionalidades, gêneros e orientações sexuais, e acrescentou que diversidade é a sua maior força.

No universo das gigantes do esporte, a Nike foi uma das que prontamente criticou os atos de Donald Trump contra os imigrantes, saindo em defesa do somali Mo Farah e os possíveis reflexos que tais atitudes teriam no relacionamento do atleta com sua família.