Indústria

China F1 Racing Team: a entrada dos chineses na F1

Por regra, nenhuma nova equipe pode ser adicionada ao grid até 2020. Jean Todt, presidente da FIA, confirma interesse na expansão

22 jun, 2017

Uma “simples” mudança de nome agitou os bastidores da principal categoria do automobilismo mundial nesta semana. Um documento obtido pela imprensa britânica mostrou a alteração de nome da “Bronze Fortune” para “China F1 Racing Team“, o que rapidamente levantou rumores sobre a entrada de capital chinês na F1.

Outros fatos alimentam a novidade. O primeiro deles, a declaração de Christian Horner, chefe da Red Bull Racing, que afirmou que muitos dos seus funcionários foram procurados por uma equipe chinesa que deve estrear na categoria em breve. Há ainda a repentina saída da comandante da Sauber (Monisha Kaltenborn) e a contratação já confirmada de ex-profissionais da Manor Racing.

Por outro lado, por regra contratual (Pacto de Concórdia), nenhuma nova equipe pode ser adicionada ao grid até 2020. Até lá, a única saída para a China F1 Racing Team seria adquirir uma equipe existente para posteriormente ter sua própria estrutura. Jean Todt, presidente da FIA, detalhou os planos de adicionar duas novas equipes, saltando de 10 para 12 escuderias, mas que o fará apenas “na hora certa”.

Embora a futura equipe seja financiada por investidores chineses, sua operação estará sediada em Oxfordshire, no Reino Unido.