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Indústria

Prepare-se para a chegada do Sportflix, a Netflix do esporte

Com investidores mexicanos, americanos e europeus, plataforma promete retransmitir 95% dos eventos esportivos

7 ago, 2017 Escrito por MKT Esportivo
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Enquanto Twitter, Facebook e Amazon acirram a disputa pelo streaming das principais ligas esportivas do mundo, um novo player irá surgir muito em breve e irá impactar diretamente no consumo de conteúdo do setor. Sabe a Netflix? Aquela plataforma de filmes séries que bateu 100 milhões de usuários em junho e fechou o balanço de 2016 com US$ 8,3 bilhões em receitas? Então prepara-se para um modelo de negócio que segue esta mesma linha e que transmitirá os principais campeonatos e eventos esportivos do mundo.

Criado pelo mexicano Matías Said, e com investidores americanos e europeus, o Sportflix promete seguir a inovação iniciada pela Netflix, desta vez, para a indústria do esporte. Marcado para ser lançado no dia 30 de agosto, a promessa é que a plataforma de streaming transmita 95% de eventos esportivos. E isso engloba: Libertadores, Recopa, Brasileirão, Copa do Mundo, Olimpíadas, Champions League, Premier League, Ligue 1, La Liga Santander, NBA, NHL, NFL, MLB, F1, UFC, boxe e muito mais.

Como emissoras, ligas e confederações não divulgaram nada a respeito da comercialização dos seus direitos, ainda não se sabe se o conteúdo será ao vivo ou apenas retransmissões. No primeiro caso, certamente encontrará dificuldades de negociar com as gigantes de mídia, detentoras dos direitos a partir de contratos milionários. No dia 30, esta dúvida certamente será esclarecida oficialmente.

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O Sportflix será lançado para o Brasil, México, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Itália, Alemanha, França e Inglaterra. São três categorias de planos disponíveis que variam de US$ 19,99 a US$ 29,99, o que os diferencia é a quantidade de telas que o cliente gostará de ter acesso.

Os criadores esperam que até o final do ano a plataforma alcance 400 mil inscritos e o plano de expansão global não contemplará apenas países com restrições impostas pelo governo em relação ao acesso à internet e entretenimento.

O surgimento e, principalmente, a consolidação de plataformas como YouTube, Netflix e redes sociais, ratificam que cada vez mais a tendência de produzir conteúdo por demanda e que agregue as mais variadas telas. Em 2016, o setor movimentou US$ 352 milhões no Brasil e impactou 11% dos brasileiros. Por aqui, Now e Netflix são os destaques do segmento.

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