Indústria

Brasil puxa a fila e audiência da F1 cresce pelo segundo ano consecutivo

Redes sociais registraram crescimento de 50% no número de seguidores

21 jan, 2019

A FIA anunciou divulgou na semana passada importantes dados sobre o consumo de F1 por parte dos telespectadores. A categoria registrou um aumento significativo dos seus números de audiência pelo segundo ano consecutivo, tanto nas plataformas digitais quanto no alcance de TV.

De acordo com o documento divulgado, a temporada de 2018 teve um incremento de audiência de 10%, batendo a casa dos 490.2 milhões (neste caso, refere-se ao número de pessoas que ligaram a TV pelo menos uma vez para assistir à categoria em 2018). Quando se diz respeito aos principais mercados, essa porcentagem chega aos 14%. No ranking do alcance promovido pela televisão, o Brasil aparece na liderança com 115.2 milhões de telespectadores, seguido pela China (68 milhões) e EUA (34.2 milhões). No caso asiático, vale lembrar da participação da gigante de mídia CCTV como a principal emissora de free-to-air.

Entre as provas de 2018, o Grande Prêmio de Monaco foi o mais assistido, com um público acumulado de 110 milhões de espectadores (10% maior que em 2017). As provas de Bahrein, França, Áustria, Grã-Bretanha, Itália e México também registraram mais de 90 milhões de espectadores.

Na Tv, o público dos 20 principais mercados da F1 ficou em 1.590 bilhão, aumento de 3% em relação a 2017. Já a audiência global acumulada chegou a 1.758 bilhão. Neste caso, o Brasil seguiu em primeiro lugar, mas com Alemanha e Itália fechando o TOP3. Os maiores crescimentos na audiência cumulativa foram registrados por China (69%), França (40%) e Indonésia (25%).

No digital, principal aposta da Liberty Media desde a aquisição da categoria, o número de usuários nas plataformas cresceu significativamente. Somadas as bases do Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, a F1 acumula um total de 18.5 milhões seguidores, aumento de 53.7% em comparação a 2017.

Por fim, a base de fãs da Fórmula 1 saltou de 503 para 506 milhões, sendo 205 milhões do total com idade inferior a 35 anos.