Indústria

SBT renova acordo de transmissão e terá Copa do Nordeste até 2022

Para 2020, a grande novidade do torneio será o retorno do Sport

30 maio, 2019

A Copa do Nordeste seguirá no SBT até 2022. A renovação do contrato entre a as afiliadas do SBT Nordeste e a Liga do Nordeste foi oficializada na tarde de ontem, em uma reunião com os clubes em João Pessoa (PB). Integram o SBT Nordeste as TVs Jornal (PE), Jangadeiro (CE), Aratu (BA), Tambaú (PB), Borborema (PB), Ponta Verde (AL), Ponta Negra (RN), Cidade Verde (PI) e Difusora (MA).

No ano passado, o grupo Turner, detentor dos direitos de transmissão, garantiu que bancaria a permanência do campeonato, com o pagamento acordado com os clubes até 2022. A dúvida, no entanto, era se ele seria transmitido, já que a emissora paulista fechou acordo por apenas um ano (2019). Com o anúncio do fim do canal pelo grupo, os direitos de transmissão em TV fechada migraram para a Fox Sports. A emissora, por sua vez, acabou vendida para o grupo Disney. Desta maneira, não há a certeza de que alguma emissora de TV fechada tenha interesse em comprar os direitos do torneio.




“Fico muito grato com a continuidade dessa parceria que vem dando certo. Espero que em 2020 a gente tenha mais finais de semana. Estamos conversando com as federações e com a CBF que a gente quer aumentar as datas, para termos duas partidas nas quartas de final e duas nas semifinais, para cada vez mais engrandecer a competição”, comemorou o presidente da Liga do Nordeste, Alexi Portela.

Em 2018, o SBT afirmou que conseguiu bons índices de audiência, com números que a colocaram no segundo lugar, no mínimo, em Salvador, Fortaleza e Recife. Ao todo, foram 330 milhões de espectadores na região nordestina, com a soma do público dos 30 jogos transmitidos pela emissora paulista na rede aberta. Além disso, o canal esgotou as cotas publicitárias colocadas no mercado, garantindo também um bom retorno comercial.

Para 2020, a grande novidade da Copa do Nordeste será o retorno do Sport. O Leão esteve ausente nos dois últimos anos por decisão do ex-presidente Arnaldo Barros.