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Haas, da F1, anuncia rescisão de naming rights com Rich Energy

Nona colocada no mundial de construtores, equipe deve encontrar dificuldades para confirmar sua presença na F1 em 2020

10 set, 2019

Menos de um ano após vender os naming rights da equipe para a marca de bebidas energéticas britânica Rich Energy, a Haas rescindiu o contrato com a empresa. A especulação em torno do fim da parceria já vinha sendo especulada nos bastidores da categoria.

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De acordo com a imprensa europeia especializada em F1, o chefe da equipe, Gunther Steiner, se reuniu com profissionais da Rich Energy para anunciar que a decisão sobre o futuro da aliança seria tomada antes do Grande Prêmio de Cingapura, dia 22 de setembro. Após o Grande Prêmio da Itália, no entanto, o anúncio foi feito de maneira oficial.

“A Haas F1 Team e a Rich Energy concordaram amigavelmente em encerrar sua parceria no Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA com efeito imediato. Enquanto desfrutava de reconhecimento substancial da marca e exposição significativa por meio de sua parceria de título da Haas F1 Team em 2019, um processo de reestruturação corporativa da Rich Energy viu a necessidade de uma estratégia global revisada. (…) Posteriormente, a Haas F1 Team e a Rich Energy concluíram que o término da parceria existente era o melhor caminho a seguir para ambas as partes. A equipe Haas F1 gostaria de expressar seus agradecimentos e votos de felicidades às partes interessadas da Rich Energy”, destacou a escuderia, que atualmente ocupa a nona posição no Mundial de Construtores da Fórmula 1.

A mudança ocorre logo após o presidente executivo da Rich Energy, William Storey, retomar o controle da empresa após um tempo fora da função por conta de problemas legais. Ao longo do ano, vários processos foram movidos na Justiça devido a violações de direitos autorais contra a companhia. O principal deles foi um movido pela empresa de design de bicicletas Whyte Bikes, que obrigou a Rich Energy a retirar o logotipo do carro, dos macacões dos pilotos e demais frentes de exposição da equipe Haas.

Agora, a Haas deve encontrar dificuldades para confirmar sua presença na F1 no ano que vem. No momento, sem interessados, a imprensa europeia teme pelo futuro da equipe em 2020.