Indústria

Red Star lança campanha contra a criação dos terceiros uniformes

Clube considera a criação destas peças alternativas um traço de consumismo do futebol moderno

11 out, 2019

Nas últimas semanas, Nike, Adidas e Umbro ativaram campanhas especiais para apresentar os terceiros uniformes dos seus patrocinados. Em comum, a inspiração nos anos 90 na confecção das peças de cada um deles.

A decisão do trio é um reflexo do mercado da bola, que há algum tempo desenvolve modelos especiais além do principal e reserva, e, neste caso em especial, da moda, que tem feito uma volta aos anos 90 na criação de suas coleções. Mas há quem queira seguir no passado e não abre mão de ter somente as camisas tradicionais.

O Red Star, atualmente na terceira divisão francesa (Championnat National), apresentou uma campanha em protesto contra o que considera ser um traço de consumismo do futebol moderno: o terceiro uniforme. No lugar de uma camisa, o clube lançou uma tatuagem temporária para que o torcedor cole no peito, diretamente na pele.

Para o Red Star, um terceiro modelo não responde a nenhuma necessidade e é considerado mera “tentação comercial”. Por este motivo, o clube optou por algo que represente os valores populares de sua história, não algo fruto do Business que virou o futebol. A tatuagem está disponível em sua loja oficial.