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McLaren oficializa término da parceria tecnológica com a Petrobras

Juntos desde fevereiro de 2018, a estatal brasileira estampou os capacetes e macacões dos pilotos e também nos uniformes dos mecânicos

4 nov, 2019

Se o governo brasileiro já havia confirmado o término da parceria entre Petrobras e McLaren, agora chegou a vez da própria escuderia britânica comunicar o rompimento. Em nota, a equipe agradeceu os avanços tecnológicos nas frentes de combustíveis e lubrificantes.

“Gostaríamos de agradecer à Petrobras por sua parceria e apoio. Temos grande respeito por suas capacidades técnicas e científicas, e não há dúvida de que os técnicos da empresa fizeram um progresso substancial no tempo em que trabalhamos juntos. Desejamos a todos da Petrobras todo o sucesso e esperamos vê-los de volta ao esporte novamente no futuro”, disse Zak Brown, CEO da McLaren Racing.

Apesar do término, a escuderia não colocou um ponto final definitivo para o futuro. A McLaren destacou que “identificou oportunidades para futuras colaborações nos campos comercial, tecnológico e de responsabilidade social entre as duas empresas”. Roberto Castello Branco, CEO da estatal brasileira, aproveitou a oportunidade para exaltar a aliança.

“Reconhecemos a importância da McLaren no automobilismo global e estamos muito satisfeitos com os resultados entregues durante os dois anos da nossa parceria. O projeto permitiu à Petrobras desenvolver gasolina e lubrificantes de alta tecnologia por meio de pesquisas com novas matérias-primas e testes realizados em condições extremas. O desenvolvimento tecnológico será utilizado em lubrificantes e combustíveis. Vemos na McLaren um compromisso com a inovação e também a possibilidade de futuras parcerias”, disse o executivo.

Juntos desde fevereiro de 2018, a Petrobras passou então a estampar os capacetes e macacões dos pilotos e também nos uniformes dos mecânicos e em um laboratório da empresa nos boxes da equipe em cada fim de semana de corrida. Com validade inicial de cinco anos (final de 2022), o acordo foi firmado à época por £ 163 milhões. A justificativa do aporte foi uma retomada da reputação mundial da empresa no âmbito global.