Atletas

Patrocinadora da Copa de 2018, Mengniu anuncia Lionel Messi como embaixador

Atacante argentino segue como aposta segura para as marcas que desejam ativar o Mundial da Rússia

27 fev, 2018

O MKTEsportivo tem repercutido como os três principais nomes da Copa do Mundo da Rússia – e também do mercado publicitário – estão adicionando novos acordos de patrocínio com empresas que buscam aproveitar a atmosfera que envolve o Mundial. Este é o caso de Lionel Messi.

Após ser anunciado como embaixador da Alfa Bank, o craque argentino terá mais uma marca em seu portfólio de parceiras. Messi será rosto da Mengniu Group, outra chinesa a apostar na força da imagem do jogador, também patrocinado pela Huawei.

Pelo acordo, a fabricante de produtos lácteos da China, que é também parceira da FIFA para a Copa de 2018, buscará ativar com o atacante os 27 produtos de 4 categorias diferentes que poderá explorar durante a competição, como iogurte, sorvete, leite, leite em pó, entre outros

Até o final do ano, quando irá encerrar seu acordo com Lionel Messi, a Mengniu pretende investir US$ 300 milhões em campanhas de marketing. Os maiores esforços de comunicação, claro, terão como foco o período que antecede a Copa do Mundo.

A escolha por Messi tem uma explicação. Segundo o Red Card 2018: China Digital Football Awards, realizado pela consultoria esportiva Mailman, o argentino é o jogador que tem mais influência on-line em território chinês. O camisa 10 do Barcelona conseguiu mais de 1 milhão de seguidores apenas em 2017 no país. Com isso, ultrapassou o líder anterior, Cristiano Ronaldo. Para a Rússia, além dos acordos firmados por Messi, vale lembrar que Cristiano fechou com a American TouristerNeymar tornou-se garoto-propaganda da TCL.

Outro ponto que já destacamos é como as chinesas viraram verdadeiras “salvadoras da pátria” dos cofres da FIFA. Ao todo, por enquanto, são 15 patrocinadores, dos quais cinco (ou um terço do total), são da China. A série de contratos com os chineses mostra a força financeira cada vez maior do país, mas também a visão da entidade, que enxerga nos grupos chineses uma saída segura depois de muitas marcas darem as costas para a entidade por conta dos escândalos de corrupção.