Indústria

Copa do Mundo 2018 será marcada por amplo investimento dos chineses

Além da entidade, Seleções e jogadores de destaque fecharam acordos com empresas do país

27 mar, 2018

Definitivamente, a Copa do Mundo na Rússia será o campo comercial para as empresas chinesas desfilarem seu poderio financeiro. Com cinco players entre os principais patrocinadores da Fifa para o Mundial, os “menores” partem para outros dois ativos de grande destaque do torneio: os jogadores e Seleções.

Primeiro, Lionel Messi acertou um acordo com a Mengniu Group. Em seguida, a marca de bebidas esportivas Eastroc Super Drink e a produtora de bebidas Hangzhou Wahaha Group fecharam com Portugal, de Cristiano Ronaldo. Depois foi a vez da Bélgica, de Eden Hazard, integrar o portfólio da empresa de eletrônicos de consumo Sinchuan Changhong Electric. Nesta semana, o uruguaio Luis Suárez tornou-se o novo embaixador global da chinesa de telefones celulares Gome, que pertence à varejista de aparelhos eletrodomésticos Gome Holdings Group.

“Suarez é um jogador de futebol internacional e um dos melhores do mundo. No campo, ele conquistou fãs de futebol de todo o mundo com um talento extraordinário e excelentes habilidades. Amado fora do gramado, o senso de responsabilidade de Suarez pela família e o cuidado com os outros também lhe renderam inúmeros elogios”, afirmou Song Linlin, presidente da Gome.

De acordo com a Gome, o acordo será amplamente ativado nas semanas que antecedem a Copa e também durante a mesma. Para o período, diversas promoções com o rosto de Suárez figurarão no país.

Enquanto a China virou uma “salvadora da pátria” dos cofres da entidade suíça, afundada em escândalos de corrupção e com um afluxo de suas antigas parceiras desde a Copa do Mundo no Brasil, os chineses partem também para alguns dos protagonistas mostrando que o objetivo de sediar uma Copa no futuro pode se tornar realidade em breve. Dinheiro, como vemos, não irá faltar.