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Especial | Afinal, qual a modalidade mais praticada pelos brasileiros?

Sem surpresas, corrida de rua e caminhada seguem como as preferidas daqueles que realizam atividades físicas no país

24 abr, 2018

Dando continuidade em nosso especial sobre o atual cenário do esporte no nosso país, que já destacou o otimismo do torcedor em relação ao desempenho do Brasil na Copa do Mundo, agora Snapcart e Sport Track trazem importantes números sobre a prática esportiva.

Sem surpresas, caminhada/corrida de rua é a preferida do brasileiro. Cerca de 1/3 (33.2%) dos entrevistados respondeu que a modalidade faz parte do seu dia a dia. O futebol aparece na segunda posição com 26% da preferência, seguido de perto por aqueles que afirmam não praticar atividade física (25%). Considerado o “segundo esporte do brasileiro”, o vôlei figurou apenas na sétima colocação.

“A grande surpresa do levantamento é o número alto de praticantes, 75% dos respondentes. Desde 2006 monitoramos por meio de pesquisa o mercado esportivo nacional. Nessa linha, podemos afirmar que o número de praticantes vem crescendo com consistência sim”, destacou Rafael Plastina, diretor da Sport Track, em entrevista ao MKTEsportivo. Por outro lado, o profissional deixou claro que, se a prática de esportes competitivos registra queda, a de atividades físicas como musculação e ginástica têm aumentado nos últimos anos.

“A liderança de caminhada e corrida de rua não é uma surpresa. Há mais consciência das pessoas sobre bem estar, saúde, forma física e prevenção de doenças. Em sendo assim, é comum que tanto caminhada, como corrida apareçam nas primeiras posições”, completou.

O estudo da Snapcart e Sport Track ainda apontou que cada entrevistado pratica, em média, duas modalidades esportivas. Certamente o número poderia ser ainda maior se as próprias cidades se mobilizassem em prol de um estilo de vida saudável.

“Legal seria se nossos espaços fossem preparados para que esses corredores pudessem migrar ou praticar também outros esportes, mesmo aqueles mais tradicionais” finalizou Plastina.

O resultado do levantamento contempla as respostas de 10.800 pessoas, de 8 a 84 anos, ambos os sexos e todas as classes sociais, entrevistadas entre os dias 15 e 22 de março