Indústria

CBF bate recorde e registra R$ 957 milhões de receita em 2019

O expressivo número foi alcançado graças ao Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014, direitos de transmissão e patrocínios

18 mar, 2020

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou na noite de ontem que faturou um total de R$ 957 milhões em 2019. Trata-se de um incremento de 43.3% em relação a 2018.

De acordo com a entidade, o expressivo número foi alcançado graças ao crescimento de três fontes de receita: o Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014, direitos de transmissão e patrocínios. Neste terceiro pilar, se deve ao acordo fechado com a Fiat no começo do ano e pela variação cambial.

“A CBF é hoje uma grande empresa brasileira, com gestão e resultados na proporção do seu porte. Chegamos a mais de meio bilhão de reais investido no futebol nacional apenas em 2019. Se considerarmos os últimos três anos, os valores aportados superam R$ 1,37 bilhão”, disse o presidente Rogério Caboclo.

Já o superávit da entidade em 2019 foi de R$ 190 milhões, aumento de 265% em relação ao ano anterior. De acordo com o balanço, dos R$ 957 milhões de receita, R$ 545 milhões foram aplicados direta e indiretamente no futebol. Outros R$ 215 milhões foram revertidos para o custeio das seleções adultas e de base, além de R$ 320 milhões na realização de competições e no fomento do futebol pelos quatro cantos do país. O ativo total da confederação ao final do ano foi de R$ 1,248 bilhão.

“Em 2019 tivemos sucesso onde mais importa, que é dentro de campo. As Seleções Brasileiras foram protagonistas no ano que passou. Vencemos a Copa América, a Copa do Mundo Sub-17, o Torneio de Toulon, o Sul Americano Sub-15, além de outros torneios de base no exterior e no Brasil. Os times masculino e feminino garantiram suas presenças nos Jogos Olímpicos. Nossas competições foram todas concluídas com êxito. O Campeonato Brasileiro teve recorde de público nos estádios e tivemos um ano de grandes investimentos na Seleção e no futebol feminino”, completou.

Antes de serem levados à Assembleia Geral, os números foram submetidos à auditoria independente e ao Conselho Fiscal da entidade