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‘O valor da experiência para a NBA’, com Rodrigo Vicentini (NBA Brasil)

16 set, 2020

A NBA foi a primeira liga esportiva a paralisar suas atividades após a pandemia do coronavírus avançar no território americano. Ao adiantar o seu posicionamento, a liga também largou na frente ao criar iniciativas para manter os fãs de basquete espalhados pelo mundo engajados e entretidos. Tudo feito ancorado em uma de suas marcas registradas: a experiência.

Este pilar foi o tema central do novo episódio do MKTEsportivoCast, que conversou com Rodrigo Vicentini, head da NBA no Brasil.

“Experiência é muito do nosso DNA. Todas as iniciativas que desenvolvemos imprimimos essa nossa marca. Seja na produção de conteúdo ou nos eventos pelo mundo. Quando pensamos no Brasil, temos um público muito exigente e que adora esporte. Eles têm um aspecto muito aspiracional com a NBA. Na pandemia, o principal desafio foi continuar próximo do fã, mostrar que a liga seguia ativa e dando suporte, além de oferecer coisas incríveis a ele”, detalhou o executivo.

O posicionamento adotado pelos atletas e, posteriormente, pela liga a respeito dos casos de racismo nos Estados Unidos também foi abordado. Rodrigo ratificou o comprometimento da liga com a causa e enumerou algumas iniciativas que foram criadas para mudar o cenário.

“Temos uma parceria muito clara e um respeito muito forte pelos nossos jogadores. Eles que fazem e promovem o basquete pelo mundo inteiro. A forma que eles se posicionaram na questão do Black Lives Matter, de ter a rodada interrompida por um motivo extremamente nobre, mostra como a liga está comprometida com a causa, em entender, mudar e melhorar”, disse Rodrigo.

Conteúdo multiplataforma, relacionamento com patrocinadores, eventos (como NBA House), inovação e especificidades do mercado brasileiro foram outros temas abordados no episódio.

“Temos um time de atendimento/ativação dedicado aos patrocinadores. Semanalmente, entre liga e agencias destas empresas, trocamos as melhores práticas pelo mundo, o que funciona, o que não funciona, buscamos entender segmentos para saber de inovações que cada parceiro tem em mente, mas o que também achamos que pode funcionar. São cocriações, projetos feitos juntos”, contou.

Se preferir, ouça no Spotify.