Patrocínio

NBA ratifica posicionamento e segue vetando casas de apostas nas camisas

Assunto voltou a ser discutido após acordo envolvendo uma equipe da NHL

NBA ratifica posicionamento e segue vetando casas de apostas nas camisas

05 de outubro de 2021

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A NBA seguirá sem liberar o patrocínio de casas de apostas nas camisas das equipes. O assunto voltou ao esporte americano após o Washington Capitals, da NHL, fechar com a Caesars Sportsbook e expor sua marca no uniforme na temporada 2022/2023 do hóquei americano.

“Temos restrições porque vemos o que acontece internacionalmente. A Itália e a Espanha são mercados onde há proibição de todos os anúncios de apostas esportivas. O Reino Unido tem uma proibição a publicidade que vigora durante a realização da partida. Está chegando a hora que eles vão ter que tirar as marcas das camisas”, disse o vice-presidente sênior de fantasy games da NBA, Scott Kaufman-Ross.

Vale lembrar Estados Unidos liberaram a participação de empresas do setor em 2018, o que motivou a entrada das mesmas no patrocínio esportivo. Tão logo foi liberado, a NBA fechou com a MGM Resorts. Na liga de basquete, o Washington Wizards e o Phoenix Suns liberou o patrocínio em suas respectivas arenas, mas sem envolver a camisa. Já a Betway, está com diversas equipes da liga, como Brooklyn Nets, Chicago Bulls, Cleveland Cavaliers, Los Angeles Clippers e Golden State Warriors, também sem englobar o uniforme.

Para Kaufman-Ross, porém, proibir as apostas não seria uma solução.

“Estamos apenas monitorando tudo isso e sendo cautelosos. Não achamos que era a hora certa para abrir o patrocínio naquele cenário. Algumas ligas são mais permissivas em algumas coisas e menos em outras. Não julgamos ninguém pelo que procuram fazer. Não achávamos que era o momento certo para a NBA, e veremos para onde vamos a partir daí. Se você tornar apostas ilegal, as pessoas encontrarão uma maneira de fazê-lo ilegalmente. E é por isso que mudamos de posição. O que descobrimos é que a proibição federal sobre isso serve apenas para empurrar essa atividade para a clandestinidade, ela não elimina essa atividade, apenas a empurra para um lugar onde não podemos monitorá-la e não há transparência”, acrescentou Scott Kaufman-Ross.

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