Indústria

WNBA oficializa aumento de capital de US$ 75 milhões

Valor é o maior já arrecadado por uma liga feminina em investimentos

WNBA oficializa aumento de capital de US$ 75 milhões

03 de fevereiro de 2022

2 minutos de Leitura

A WNBA anunciou um aumento de capital de US$ 75 milhões. Os investidores receberam participação na liga, que era 50% de propriedade das 30 equipes da NBA e 50% de propriedade das 12 equipes da WNBA.

O grupo de investidores inclui alguns donos de times de ambas ligas, entre eles, Joe e Clara Tsai, proprietários do New York Liberty (WNBA) e do Brooklyn Nets (NBA); Bill Cameron, dono do Dallas Wings (WNBA); e Ted Leonsis, do Washington Mystics (WNBA) e o Washington Wizards (NBA).

Há também nomes de fora do basquete, como a ex-secretária de Estado Condoleeza Rice; Dee Haslam e Whitney Johnson, donos do Cleveland Browns (NFL) e Columbus Crew (MLS); Micky e Nick Arison, do Miami Heat (NBA); e a ex-jogadora de basquete Swin Cash, vice-presidente de operações do New Orleans Pelicans (NBA).

“Houve muita discussão. Como ​​poderíamos continuar a obter um modelo econômico para apoiar todos os compromissos que estavam sendo assumidos pela liga e pelos proprietários no acordo coletivo? Ou deveríamos tentar levantar capital de fora? Há muito capital disponível, as taxas de juros estão muito baixas, as pessoas estão procurando investimentos em ações, há pessoas que compartilham nossos valores e querem investir no esporte feminino”, afirmou a comissária da WNBA, Cathy Engelbert, em entrevista ao The Athletic.

Recentemente, a WNBA anunciou a contratação de Colie Edison como diretor de crescimento, com o objetivo de reforçar os produtos digitais, como o WNBA.com e o WNBA LeaguePass.

Engelbert acredita que o dinheiro será usado para as áreas prioritárias da liga, incluindo marketing das atletas, engajamento de torcedores, fortalecimento da marca, recursos humanos e pontos de venda para o consumidor. Outro passo seria na expansão da liga, que atualmente conta com 12 franquias (contra 30 da NBA).

“Queríamos aumentar as transformações no modelo econômico da liga e das equipes. Não queríamos trazer novas equipes para herdar um modelo econômico ruim. Estamos fazendo um enorme progresso. Acho que isso será um sinal muito bom para os novos proprietários que entrarem na liga de que temos esse compromisso. Com a expansão, isso certamente nos ajudará a avançar mais rápido e a expandir mais rapidamente”, finalizou Engelbert.

Compartilhe