Indústria

Em disputa de placas de publicidade, CBF se posiciona sobre comercialização

Entidade diz que direito de comercialização das placas é dela

Em disputa de placas de publicidade, CBF se posiciona sobre comercialização

14 de abril de 2022

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A “briga” envolvendo a Sport Promotion e a Brax ganhou uma nova participante: a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A entidade enviou um documento a todos os clubes, mas com um foco maior naqueles que rescindiram seus contratos para firmar um novo para a comercialização das placas de publicidade. São eles América-MG, Atlético-GO, Atlético-MG, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Fluminense, Goiás e Juventude.

O oficio foi assinado pelo diretor jurídico da CBF, Luiz Felipe Santoro, e por Regina Sampaio, gerente jurídica. Nele, a Confederação afirma que a exploração deste tipo de patrocínio é de exclusividade dela.

Além disso, a CBF afirmou que, caso os clubes descumpram a decisão judicial que determinou a manutenção do acordo com a Sport Promotion, e a entidade seja autuada, os clubes serão penalizados. Multa e perda de pontos no campeonato estão entre as sanções.

Mesmo com um tom mais forte em relação ao cumprimento do contrato, a entidade deseja conversar de maneira amigável com os clubes para chegar a um consenso.

Apesar do envio do documento ter acontecido no domingo, na primeira rodada do Brasileirão, os clubes que assinaram com a Brax mantiveram o posicionamento e promoveram marcas que haviam fechado com a agência, como Rei do Pitaco e Vonder, além de Stam, Wam Group, Cobrecom, e as empresas de apostas Betano, Betnacional e Pixbet.

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