Após cinco anos de diversos fracassos de audiência e tentativas de mudanças, o grupo Kosmos, que pertence ao ex-jogador Piquet, anunciou nesta quinta-feira (12) que não seguirá mais com o contrato da Copa Davis. Inicialmente a parceria tinha previsão de durar 25 anos.
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As organizações não revelaram o motivo do rompimento, mas já havia alguns anos que os números não estavam bons. Na última edição, a fase inicial do torneio contou com uma média de apenas 2.350 pessoas por confronto, o que foi duramente criticado por especialistas.
Quando começou a parceria, foi informado que a Kosmos investiria um total de US$ 3 bilhões em aportes distribuídos nos 25 anos de contrato, à medida que o formato da competição fosse reformulado. No entanto, não foi revelado quanto a empresa investiu nos cinco primeiros anos.
Desde 2018, a administração de Kosmos e da Copa Davis tentaram encontrar uma maneira de atrair mais público, porém, os prejuízos gerados pela pandemia de Covid-19 se agravaram com a baixa presença de público da edição de 2022.
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A International Tenis Federation (ITF) informou por meio do Twitter que seguirá realizando a Copa Davis com administração própria. Com finais previstas para acontecer em novembro na cidade de Málaga, na Espanha. Assim como foi em 2022.




