Indústria

Surf atrai nova onda de ‘marcas não-endêmicas’ e amplia mercado no Brasil

Com líder do ranking mundial, ídolos estabelecidos e novo circuito nacional, país gera negócios para empresas de outros setores e impulsiona nova geração

Surf atrai nova onda de ‘marcas não-endêmicas’ e amplia mercado no Brasil

10 de maio de 2023

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Brasileiro líder do ranking mundial, novo circuito nacional, celeiro de ídolos e um mercado global que ultrapassa R$ 20 bilhões, segundo Statista, em 2022.

A geração do ‘Brazilian Storm’, que ficou consagrada pelo primeiro título mundial de Gabriel Medina e ascendeu ao longo dos anos, tem alavancado o cenário do surf nacional, seja pela aceitação do público ou pela lealdade dos fãs.

De acordo com dados da YouGov BrandIndex, a WSL está entre as 10 principais ligas e eventos esportivos do País, neste ano, gerando uma ‘nova onda’ de entrada de marcas não-endêmicas no negócio.

“O surf, no Brasil, apresenta um crescimento sustentável há mais de 10 anos. É um público jovem, com lifestyle leve e que gera bons sentimentos. Logo, as empresas se apegam a esses valores, que são transmitidos para as suas marcas, de modo a não interromper a conversa e estar presente no dia a dia”, afirma Dani Grubba, sócio-fundador da empresa e Surf Team Manager.

Segundo pesquisa da YouGov BrandIndex, os índices de lealdade, lembrança e recall são mais altos nos fãs de surf do que nos das demais modalidades. Por exemplo, 66% dos indivíduos que curtem surf percebem mais os patrocinadores que a média, que está 12 pontos percentuais abaixo. Eles ainda são mais exigentes e antenados aos anúncios online.

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