Indústria

LCP e Serengeti formalizam formação de bloco comercial com clubes da LFF e das SAFs

Investidores pagarão R$ 2,6 bilhões aos clubes por 20% das receitas comerciais geradas no Brasileirão em 50 anos

LCP e Serengeti formalizam formação de bloco comercial com clubes da LFF e das SAFs
Cruzeiro e Botafogo estão no bloco independente - Staff Images / Cruzeiro

02 de outubro de 2023

2 minutos de Leitura

Os investidores da Life Capital Partners (LCP) e Serengeti Asset Management em conjunto com os clubes da Liga Forte Futebol (LFF) e o bloco independente das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) fecharam acordo para desembolsar R$ 2,6 bilhões por 20% dos direitos comerciais gerados pelos clubes no Brasileirão no período de 50 anos, iniciando por 2025.

O grupo das SAFs é formado por Botafogo, Coritiba, Cruzeiro e Vasco.

“Esse acordo representa mais um passo significativo rumo à transformação do futebol brasileiro e do Campeonato Brasileiro em uma das ligas mais competitivas e emocionantes do mundo. Nossos investimentos ajudarão a melhorar nossos clubes parceiros e trazer grande alegria aos seus fãs”, destacou Joseph A. LaNasa, o Jody, fundador e CEO da Serengeti Asset Management.

A LFF conta com América-MG, Athletico-PR, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Vasco, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Chapecoense, CRB, Criciúma, Juventude, Londrina, Sport, Tombense e Vila Nova.

Importante destacar que apesar de integrar o mesmo bloco que a LFF na venda dos direitos comerciais, os times geridos por SAFs seguem com um posicionamento independente na disputa entre a LFF e a Liga do Futebol Brasileiro (Libra).

Polêmica recente

Na sexta-feira (30), clubes da Libra se posicionaram publicamente para rechaçar o fundo de investimento lançado pela LCP em conjunto com a XP para levantar no mercado R$ 800 milhões para compra de direitos comerciais do bloco formado por LFF e grupo das SAFs.

Os times que fazem parte da Libra reclamaram pelo uso de seus escudos no material de divulgação da iniciativa da LCP e XP. A reclamação chegou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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