GP de São Paulo de F1 registra impacto de R$ 1.64 bilhão para a capital

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas, trata-se de um aumento de 12.9% em relação a 2022

novembro 13, 2023

Com contrato renovado até 2023, o GP de São Paulo de Fórmula 1 bateu recorde financeiro em sua edição 2023. De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas, a prova gerou um impacto econômico de R$ 1.64 bilhão para São Paulo, incremento de 12.9% em relação a 2022.

A presença do público também foi recorde: 267 mil pessoas estiveram no autódromo ao longo dos três dias, aumento de 47% em comparação a 2021, detentor da maior marca até então.

Segundo o levantamento da FGV, que tem como base informações da Secretaria Municipal de Turismo, por meio do Observatório do Turismo da São Paulo Turismo (SPTuris), o GP se consolida como o principal evento esportivo recorrente do país.

Dos R$ 1,637 bilhão de impacto, R$ 990,1 milhões vieram de forma direta e os outros R$ 647,5 milhões de forma indireta.

Além disso, a movimentação gerou R$ 246,5 milhões em impostos.

Perfil de público

A respeito do público que marcou presença em Interlagos, 77% são de fora da capital, com 64.8% de outras cidades do país e 12,2% de estrangeiros. A presença feminina aumentou, saindo de 36,4% em 2022 para 37,4% este ano.

Entre os jovens, a faixa de 18 a 24 anos passou de 21,3% em 2022 para 21,6% em 2023; na faixa de 25 a 29 anos o incremento foi de 22,8% para 23,9% este ano.

Já o público de 30 a 39 anos caiu de 28,3% para 25,8%, enquanto na faixa dos 50 aos 59 baixou de 8,3% para 7,1%. Por fim, a porcentagem de pessoas com mais de 60 anos diminuiu de 4,1% para 3,7%.

Exposição de mídia

Já de acordo com o Formula Money, foram 439 milhões de dólares em retorno de mídia para a cidade, oriundos da transmissão ao vivo da prova (79%), mídia online (14.3%) e e impressa (6.7%).

“Vamos agora trabalhar no planejamento dos próximos anos para oferecer um espetáculo cada vez melhor para o público e continuar contribuindo com a Cidade, atraindo turismo de qualidade, gerando emprego e renda”, comentou Alan Adler, CEO do GP São Paulo.

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