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Após São Paulo fechar acordo de naming rights, contrato entre Allianz e Palmeiras gera debate

Apesar de ter a parceria mais valiosa, o Verdão faturou apenas R$ 437 mil de um total de R$ 15,2 milhões

Após São Paulo fechar acordo de naming rights, contrato entre Allianz e Palmeiras gera debate

29 de dezembro de 2023

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Depois do São Paulo fechar acordo de naming rights do Morumbi com a Bis, marca da Mondelēz Brasil, a discussão sobre os contratos dos três grandes paulistas reascendeu. Principalmente o do Palmeiras com a Allianz.

Apesar de ter a parceria mais valiosa, o Verdão faturou em seu negócio apenas R$ 437 mil, de um total anual deveria ser de R$ 15,2 milhões.

Segundo o UOL, o atual campeão nacional afirma que o repasse pago pela Allianz só chegou ao clube nos primeiros meses de acordo. O clube destaca que o montante foi recebido nos sete primeiros meses, um valor correspondente a R$ 437 mil. O contrato assinado em 2013 vale R$ 300 milhões e terá 20 anos de duração.

Além disso, o alviverde alega que entrou em rota de colisão com a WTorre, em 2015. A instituição argumenta que a Real Arenas, braço da WTorre, que cuida do Allianz Parque, não realizou o pagamento de diversos valores, inclusive o correspondente ao naming rights.

O clube detinha direito a 5% do valor pago nos primeiros cinco anos após a inauguração do estádio, com o Palmeiras arrecadando uma porcentagem progressiva. Dez anos após a abertura, o clube passou a ter uma fatia maior, de 10%. Em novembro de 2024, o recolhimento subirá novamente para 15%.

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