Indústria

Adidas reorganiza seus clubes parceiros em 2025: veja quem é considerado de elite e quem integra a categoria local

A reformulação reflete uma estratégia mais precisa e segmentada de marketing, que busca alinhar investimentos, visibilidade e distribuição de produtos

12 de maio de 2025

3 minutos de Leitura

Em 2025, a Adidas implementou uma nova política global de classificação para os clubes de futebol que compõem seu portfólio de patrocínios. A reformulação reflete uma estratégia mais precisa e segmentada de marketing, que busca alinhar investimentos, visibilidade e distribuição de produtos com o alcance comercial e o valor de marca de cada equipe.

A partir dessa nova abordagem, o MKTEsportivo detalha as três categorias que os clubes foram divididos. São elas: Clubes de Elite, com atuação e apelo global; Clubes de Elite Locais, com forte relevância em mercados regionais; e Grandes Clubes, com tradição e base sólida de torcedores, mas com alcance comercial mais restrito.

Clubes de Elite (Elite Clubs)

Na categoria mais alta estão seis gigantes do futebol europeu: Real Madrid, Manchester United, Arsenal, Bayern de Munique, Juventus e Liverpool (novo no portfólio).

Esses clubes passam a ser tratados como prioridade global, com forte presença de produtos em lojas físicas e digitais da Adidas em diversos continentes, além de coleções exclusivas que vão além dos uniformes, como peças de lifestyle e moda urbana. A distribuição é mundial.

Clubes de Elite Locais (Local Elite Clubs)

A segunda camada é composta por clubes com forte apelo regional, que recebem atenção especial em seus mercados. Entre eles estão Newcastle United, Aston Villa, AS Roma, Celtic, River Plate, Boca Juniors e Flamengo.

Eles contam com uniformes exclusivos, diversas coleções e uma distribuição relevante, porém concentrada em seus países de origem e regiões estratégicas.

Grandes Clubes (Big Clubs)

A terceira categoria contempla clubes tradicionais, mas com menor apelo comercial internacional, como Ajax, Benfica, Lyon, Leicester City, Leeds United, Internacional e Besiktas. Para esses, a Adidas continuará produzindo camisas exclusivas, mas com menos variedade de produtos e distribuição limitada a versões réplica. Os modelos autênticos, por exemplo, não estarão disponíveis globalmente.

A nova segmentação é resultado da gestão de Bjorn Gulden, CEO da Adidas desde 2023, que vem implementando uma abordagem mais racional para otimizar investimentos e potencializar resultados conforme a relevância de cada clube nos seus respectivos mercados.

Essa classificação impacta diretamente o volume de campanhas, a presença em lojas e a variedade de produtos disponíveis ao consumidor, consolidando um novo momento na relação entre Adidas e o futebol de alto rendimento.

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