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São Paulo e New Balance apresentam recorde de faturamento na venda de artigos esportivos

A colaboração entre as partes teve início em janeiro de 2024, e desde então, as metas estabelecidas têm sido alcançadas

Foto: Divulgação/ São Paulo

12 de maio de 2025

2 minutos de Leitura

São Paulo e a New Balance, fornecedora de material esportivo oficial do clube, vêm obtendo sucesso na venda de artigos esportivos. De acordo com nota publicada pelo Tricolor, a parceria superou as metas iniciais e obteve recorde de faturamento no primeiro trimestre de 2025.

A colaboração entre as partes teve início em janeiro de 2024, e desde então, as metas estabelecidas têm sido alcançadas.

O desempenho positivo no primeiro trimestre do ano ilustra o sucesso dos projetos lançados e o potencial da comunidade são-paulina.

Na última quinta-feira (9), Julio Casares, presidente do São Paulo, esteve em Saudades, em Santa Catarina, visitando o centro de desenvolvimento têxtil do Grupo Dass, empresa que detém os direitos da New Balance no Brasil.

O objetivo principal do encontro foi estreitar ainda mais a parceria com a marca norte-americana e celebrar os resultados significativos nas vendas.

Além do dirigente, estiveram presentes Eduardo Toni (diretor-executivo de marketing) e Márcio Carlomagno (superintendente geral) representando o clube paulista, e também lideranças da New Balance e do Grupo Dass.

Balanço financeiro

Apesar dos bons resultados nas vendas de artigos esportivos, o São Paulo divulgou o balanço financeiro referente ao ano de 2024, revelando um cenário preocupante. A dívida total do clube chegou a R$ 968,2 milhões, valor que representa um aumento de 45% em relação ao registrado em 2023, quando o montante era de R$ 666,7 milhões, com o ano terminando com um déficit de R$ 287,6 milhões, o quinto resultado negativo nos últimos seis anos.

Desde 2019, o Tricolor acumula um saldo deficitário de R$ 704,6 milhões. Para efeito de comparação, em 2018 a dívida girava em torno de R$ 270 milhões, o que equivale a aproximadamente um quarto da cifra atual, visto que o relatório detalha os principais credores da instituição, com os bancos ocupando o topo da lista (R$ 259,6 milhões a receber), sendo o Bradesco responsável por cerca de R$ 100 milhões desse valor.

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