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Al Ahly é eliminado no Mundial de Clubes, mas mantém viva a história de seu roupeiro símbolo do clube

Mesmo com a eliminação precoce, o Al Ahly reforça sua importância histórica no futebol africano e celebra a dedicação de Amm Hareth, roupeiro do clube há mais de 50 anos

Foto: divulgação/ Al Ahly

24 de junho de 2025

2 minutos de Leitura

O Al Ahly, tradicional clube egípcio e maior campeão da África, foi eliminado ainda na fase de grupos do Mundial de Clubes. Integrante do Grupo A, ao lado de Palmeiras, Inter Miami e Porto, a equipe terminou na última colocação com apenas dois pontos conquistados.

Apesar do desempenho abaixo das expectativas no torneio internacional, o Al Ahly chegou ao Mundial com grande moral, sustentado por sua impressionante hegemonia no futebol africano. O clube conquistou três das últimas quatro edições da Liga dos Campeões da CAF: 2020/21, 2022/23 e 2023/24, consolidando-se como o principal representante do continente.

Com um estilo de jogo ofensivo, o destaque da equipe no torneio foi o atacante Abou Ali, que marcou um hat-trick no empate emocionante por 4 a 4 contra o Porto. Mesmo com a boa atuação individual, o resultado não foi suficiente para evitar a eliminação precoce.

Além do desempenho em campo, o Al Ahly também chama a atenção por sua rica história e figuras emblemáticas fora das quatro linhas. Um dos maiores símbolos do clube é o roupeiro Amm Hareth, que atua na função há mais de 50 anos. Lenda viva entre torcedores e jogadores dos “Diabos Vermelhos”, como o time é conhecido, Hareth esteve presente em todas as 12 conquistas do clube na Liga dos Campeões da África, sendo reverenciado como parte fundamental da história vitoriosa do Al Ahly.

Mesmo fora da disputa pelo título mundial, o Al Ahly segue como uma potência do futebol africano, com um legado que vai muito além dos resultados em campo.

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