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Flamengo tem a segunda maior folha salarial do Mundial de Clubes entre equipes fora da Europa

Ranking das maiores folhas salariais do Mundial de Clubes destaca o poder financeiro do Al Hilal e coloca o Flamengo como principal representante sul-americano em investimentos

Foto: Erica Martin/Estadão

17 de junho de 2025

2 minutos de Leitura

O novo formato do Mundial de Clubes da FIFA reunirá 32 equipes dos cinco continentes a partir de 2025, promovendo um confronto direto entre clubes com diferentes níveis de investimento no futebol. Entre os participantes confirmados até agora, o Al Hilal, da Arábia Saudita, lidera o ranking das maiores folhas salariais entre os times fora da Europa, com um gasto anual de impressionantes R$ 1,1 bilhão.

Na segunda posição aparece o Flamengo, com uma folha de R$ 288 milhões por ano, consolidando-se como o clube mais rico das Américas em termos de investimento em elenco. O Rubro-Negro carioca, que conta com atletas de renome e salários elevados, reforça seu status de potência do futebol sul-americano.

Confira o ranking das maiores folhas salariais entre os clubes não europeus que disputarão o torneio:

  1. Al Hilal (Arábia Saudita) – R$ 1,1 bilhão/ano
  2. Flamengo (Brasil) – R$ 288 milhões/ano
  3. River Plate (Argentina) – R$ 251 milhões/ano
  4. Palmeiras (Brasil) – R$ 235 milhões/ano
  5. Monterrey (México) – R$ 218 milhões/ano
  6. Boca Juniors (Argentina) – R$ 158 milhões/ano
  7. Botafogo e Fluminense (Brasil) – R$ 144 milhões/ano
  8. Inter Miami (EUA) – R$ 143 milhões/ano
  9. Los Angeles FC (EUA) – R$ 66 milhões/ano
  10. Seattle Sounders (EUA) – R$ 65 milhões/ano
  11. Pachuca (México) – R$ 49 milhões/ano

O Al Hilal justifica seu topo no ranking com um elenco recheado de estrelas internacionais, como o meio-campista sérvio Sergej Milinković-Savić, além dos portugueses Rúben Neves e João Cancelo — ambos campeões da Liga das Nações pela seleção lusitana. Para completar o pacote de investimento pesado, o clube saudita recentemente contratou o técnico italiano Simone Inzaghi, que se destacou no comando da Inter de Milão.

Já os demais clubes brasileiros participantes do Mundial aparecem em posições mais modestas. O Palmeiras ocupa a quarta colocação geral com uma folha de R$ 235 milhões anuais, enquanto Botafogo e Fluminense empatam na sétima posição, cada um com R$ 144 milhões.

Com tamanha disparidade financeira, o Mundial de Clubes de 2025 promete ser um verdadeiro teste de equilíbrio entre tradição, talento e poder de investimento no futebol global.

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