O primeiro jogo das finais da temporada 2025 da NBA acontecerá na noite da próxima quinta-feira (05), entre o Oklahoma City Thunder e o Indiana Pacers. O OKC busca seu segundo título da liga (o primeiro foi conquistado quando a franquia ainda se chamava Seattle SuperSonics), enquanto os Pacers sonham com sua primeira conquista desde que ingressaram na NBA, em 1976.
Fora das quadras, a decisão também marca a primeira vez, em 20 anos, em que nenhuma das equipes envolvidas paga a taxa de luxo, uma penalidade financeira imposta às franquias que ultrapassam um determinado limite de gastos com salários de jogadores, excedendo o teto salarial permitido pela liga.
De acordo com o ge, o Thunder tem a 25ª folha salarial da NBA, com um custo de US$ 165 milhões (R$ 924 milhões) nesta temporada. O astro da equipe e atual MVP, Shai Gilgeous-Alexander, possui um contrato considerado modesto, recebendo US$ 35,8 milhões (R$ 217,2 milhões) por temporada, valor que o coloca como o 35º maior salário da liga.
A folha salarial do Indiana Pacers é um pouco maior: US$ 169,1 milhões nesta temporada. Ainda assim, esse valor coloca a equipe na 18ª posição no ranking de folhas de pagamento entre as 30 franquias da NBA. O principal jogador da equipe, Tyrese Haliburton, tem o 23º maior salário da liga, recebendo US$ 42,1 milhões (R$ 237,4 milhões) por temporada.
O ge destaca que, das 30 franquias da NBA, 11 ultrapassam o limite de gastos com jogadores estabelecido pela liga, que na temporada 2024/2025 é de US$ 140,5 milhões. As equipes que superarem os US$ 178,1 milhões são obrigadas a pagar a taxa de luxo à NBA.
O primeiro jogo das finais, que acontece amanhã, às 21h30 (horário de Brasília), será transmitido em um canal da TV aberta, em um canal fechado e também via streaming.





