O Fluminense se prepara para um desafio monumental nas quartas de final do Mundial de Clubes: enfrentar o poderoso Al-Hilal, da Arábia Saudita. A equipe comandada por Renato Gaúcho tenta conquistar uma vaga histórica nas semifinais da competição, mas terá pela frente um adversário cuja realidade financeira está em um patamar muito superior.
O confronto evidencia o abismo econômico entre os dois clubes. Enquanto o Fluminense investe cerca de R$ 378 milhões por temporada na folha salarial de seu elenco, o Al-Hilal gasta impressionantes €176,9 milhões (cerca de R$ 1,13 bilhão) por ano apenas com salários de seus jogadores. Isso representa quase três vezes mais do que o clube carioca investe. A diferença entre os investimentos chega a R$ 752 milhões anuais, superando até mesmo a disparidade vista no confronto entre Fluminense e Internazionale, que foi de R$ 521 milhões.
O clube saudita vem sendo estruturado com o apoio do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), que nos últimos três anos destinou altos recursos para tornar o Al-Hilal uma potência do futebol internacional. Como parte desse projeto ambicioso, o time contratou nomes de peso, como Sergej Milinković-Savić, Kalidou Koulibaly, Rúben Neves e João Cancelo, todos com passagens por grandes clubes europeus.
O elenco do Al-Hilal é composto por 25 jogadores, sendo 15 atletas sauditas e 10 estrangeiros de alto nível. Segundo o site especializado Transfermarkt, o valor de mercado do time saudita é de €159,73 milhões (R$ 1,03 bilhão), enquanto o plantel do Fluminense está avaliado em €86,15 milhões (R$ 552,3 milhões). A diferença no valor de mercado é outro reflexo claro do desnível econômico entre as equipes.





