A Nike confirmou que reduzirá de 16% para um número de um dígito a produção de produtos feitos na China e vendidos nos Estados Unidos até maio de 2026, como consequência da política tarifária do governo de Donald Trump.
A decisão foi anunciada em uma teleconferência de resultados. De acordo com a marca norte-americana, as tarifas aumentaram seus custos em aproximadamente US$ 1 bilhão por ano. A empresa está reformulando sua cadeia de suprimentos global, transferindo parte da produção para Vietnã, Indonésia, Índia e Camboja.
No ano fiscal de 2025, encerrado no final de maio, a Nike apresentou uma queda de 9% em sua receita, que somou US$ 46,3 bilhões. O lucro líquido também caiu para US$ 3,2 bilhões, uma redução de 44%. Na China, as vendas da empresa recuaram 12%.
As ações da marca, no entanto, subiram 15% após a divulgação do novo plano. Os mercados dos EUA, Reino Unido e China, além de cidades como Nova York, Los Angeles, Londres, Xangai e Pequim, serão o foco dos próximos passos da Nike, segundo o CEO Elliott Hill.
Intitulado “Win Now”, o plano terá como foco a modernização das lojas, o fortalecimento da marca por meio do esporte e um maior direcionamento para produtos de corrida.





