Após mais de uma década sem um patrocinador máster, a McLaren preencheu essa lacuna na lista de parceiros. A partir de 2026, a equipe britânica passará a se chamar McLaren Mastercard Formula 1 Team, selando uma parceria robusta com a Mastercard.
De acordo com informações do portal The Athletic, o contrato, que tem validade até 2030, é estimado em US$ 100 milhões, estabelecendo-se como o patrocínio mais valioso do grid e também o maior da história do próprio time.
A relação entre as duas marcas começou ainda em 2024, com a estreia oficial ocorrendo no Grande Prêmio de Las Vegas. Desde então, a Mastercard tem presença visível nos carros e na estrutura da equipe durante as etapas do calendário.
“Desde o primeiro dia, nossa relação com a McLaren foi baseada em colocar os fãs na posição de destaque. A marca se tornou patrocinador máster para elevar esse compromisso a um novo patamar. A McLaren representa o auge da inovação, precisão e desempenho, valores que refletem os nossos”, disse Raja Rajamannar, diretor de marketing e comunicações da Mastercard.
A evolução para um patrocínio principal representa um marco estratégico para a McLaren, que vinha resistindo a esse tipo de aliança desde a saída da Vodafone, em 2013.
Com a entrada da Mastercard como patrocinadora máster, a McLaren deixa de ser a única entre as dez equipes da F1 sem um ‘title sponsor‘. Atualmente, todos os outros times contam com acordos semelhantes: Alpine (BWT), Aston Martin (Aramco), Ferrari (HP), Haas (MoneyGram), Mercedes (Petronas), Racing Bulls (Visa/Cash App), Red Bull (Oracle), Sauber (Stake/Kick) e Williams (Atlassian).
“Não existe nada mais importante para nós do que os nossos fãs, por isso estou muito feliz em dar esse próximo passo com a Mastercard. Queremos manter nossa promessa à família McLaren em todo o mundo, que é continuar colocando os fãs em primeiro lugar, aproximá-los ainda mais da equipe e oferecer experiências incríveis. A Mastercard compartilha nossa paixão e valores, e tê-la como parceira principal, nos dá a plataforma ideal para seguir evoluindo”, declarou Zak Brown, CEO da McLaren.
Essa não é a primeira investida da Mastercard em uma equipe da Fórmula 1. Em 1997, a empresa tentou viabilizar o projeto da Mastercard Lola, que fracassou ao não se classificar para o GP da Austrália. Após o fim precoce da equipe, a companhia permaneceu na categoria por mais quatro anos, como patrocinadora da Jordan.






