A Wtorre está negociando com novas fornecedoras para a troca do gramado sintético do Allianz Parque. A empresa está discutindo propostas e orçamentos para realizar a substituição da grama no final deste ano, segundo informações do ge.
Atualmente, a Wtorre tem a Soccer Grass como responsável por esse tipo de serviço, mas também analisa propostas de outras empresas, como a Total Grass, que gerencia os gramados da Academia de Futebol do Palmeiras e da Arena Barueri, esta última administrada por uma das empresas da presidente do clube, Leila Pereira.
A Soccer Grass recomenda a manutenção da tecnologia atual, alegando que nenhuma outra passou pelo mesmo nível de testagem realizado no Allianz. O estádio recebeu 77 eventos de grande porte em 2024 e bateu o recorde de shows.
A Total Grass, por sua vez, já fornece grama sintética para a Arena Barueri, o Pacaembu, o Nilton Santos e a Arena MRV, mas acredita que a casa do Palmeiras exige uma tecnologia diferente da usada nesses estádios, capaz de oferecer maior durabilidade (de cinco a seis anos) e suportar a intensa agenda de eventos. Segundo o ge, o custo estimado da troca gira em torno de R$ 10 milhões.
O novo processo de substituição do gramado envolveria a troca de três camadas: o shock-pad (responsável pelo amortecimento), o tapete de grama sintética e o infill, material que fica entre as fibras da grama.
A grama do estádio do Palmeiras é certificada pela FIFA e aprovada nas vistorias. Ainda assim, o gramado perdeu parte da tecnologia que o fazia retornar à posição vertical após receber peso, o que impacta no ritmo do jogo e dificulta o domínio da bola.
As empresas são responsáveis por importar e montar os equipamentos, que são fabricados em outros países. O tapete geralmente é produzido na Holanda, e o preenchimento de cortiça, em Portugal.





