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Christian Horner aceita indenização de R$ 541 milhões da RBR e fica livre para negociar volta à F1

Ex-chefe da Red Bull Racing foi dispensado em 9 de julho, logo após o GP da Inglaterra

Foto: Meg Oliphant/Getty Images

25 de setembro de 2025

2 minutos de Leitura

A Red Bull Racing e Christian Horner chegaram a um acerto financeiro pouco mais de dois meses após sua saída do comando da equipe. O dirigente tinha direito a cerca de £ 100 milhões (R$ 721 milhões), mas fechou acordo para receber £ 75 milhões (R$ 541 milhões). De acordo com informações do Sky Sports F1, a redução no valor abre caminho para que ele possa voltar ao grid da Fórmula 1 a partir do segundo semestre de 2026, caso decida assumir um novo cargo.

A demissão de Horner ocorreu em 9 de julho, logo depois do GP da Inglaterra, visto que a decisão foi resultado de um conjunto de fatores, entre eles o alto salário, a renovação de contrato com Sergio Pérez em 2024 seguida de sua dispensa no mesmo ano, além da aposta em Liam Lawson para substituir na equipe B, segundo o “Corriere della Sera”. O neozelandês, no entanto, durou apenas duas provas antes de ser preterido para o retorno de Yuki Tsunoda.

Com 51 anos, o ex-chefe da RBR tinha vínculo válido até o fim de 2030, mas a trajetória foi interrompida em meio a resultados abaixo do esperado. Nos últimos meses, a equipe austríaca caiu de rendimento e atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores.

Outro episódio que marcou sua saída foi a acusação de conduta inadequada contra uma ex-funcionária, que gerou atritos até mesmo com a família de Max Verstappen. Embora o caso tenha sido encerrado após investigação interna com a absolvição de Horner, o desgaste contribuiu para o fim de sua passagem.

O comando da Red Bull foi assumido por Laurent Mekies, ex-diretor esportivo da Ferrari, visto que o francês iniciou a função no GP da Bélgica e, desde então, a equipe conquistou vitórias na Itália e no Azerbaijão, ambas com Verstappen.

A temporada da Fórmula 1 volta à ativa em duas semanas, no GP de Singapura, marcado para 5 de outubro. Restam sete etapas e, até aqui, Oscar Piastri lidera o campeonato com a McLaren, seguido pelo companheiro de time, Lando Norris e por Max Verstappen, da RBR, em terceiro lugar.

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