A janela de transferências do futebol brasileiro foi encerrada na última terça-feira (2), e o Flamengo foi um dos clubes que mais investiram neste período, protagonizando uma das janelas mais caras da história recente do futebol nacional. Com gastos totais de R$ 277 milhões em reforços, o clube ficou atrás apenas do Palmeiras, que desembolsou cerca de € 123,9 milhões (R$ 702 milhões), e do Botafogo, com € 117,9 milhões (R$ 665 milhões).
A principal contratação do Flamengo foi o atacante Samuel Lino, que custou R$ 141,5 milhões, tornando-se o jogador mais caro da história do clube. Além de Lino, chegaram Emerson Royal, contratado por R$ 58,7 milhões, Carrascal, por R$ 76,8 milhões, e Saúl, que chegou sem custos.
Apesar do alto investimento em reforços, o Flamengo conseguiu superar os gastos com receitas expressivas provenientes das vendas. O clube arrecadou R$ 378,5 milhões com a negociação de jogadores, liderados por Wesley, vendido por R$ 162,2 milhões, e Gerson, por R$ 160,6 milhões. Matheus Gonçalves também gerou receita significativa, com R$ 50,5 milhões, além das vendas de Lorran (R$ 3,1 milhões) e Shola (R$ 2,1 milhões).
Com isso, o Flamengo fechou a janela com um lucro líquido de R$ 101,5 milhões, reforçando a sua capacidade de investir com responsabilidade financeira, mesmo em um período marcado por grandes movimentações no mercado.





