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Sophie Cunningham ganha legião de fãs e contratos milionários após proteger Caitlin Clark

Sophie Cunningham ganha milhões de seguidores após defender Caitlin Clark

Foto: Getty Images

02 de setembro de 2025

2 minutos de Leitura

Em um jogo acirrado da WNBA no dia 17 de junho, Indiana Fever e Connecticut Sun protagonizaram uma partida marcada por forte rivalidade e confrontos físicos. A estrela do Fever, Caitlin Clark, sofreu faltas duras durante o duelo, incluindo um empurrão da jogadora Marina Mabrey e uma cutucada no olho de Jacy Sheldon.

A situação provocou uma reação imediata de Sophie Cunningham, companheira de equipe de Clark, que cometeu uma falta dura em Sheldon nos minutos finais da partida. O incidente gerou confusão e resultou na expulsão de Cunningham, Sheldon e Mabrey.

A atitude de Cunningham repercutiu rapidamente fora das quadras. Em poucos dias, ela conquistou mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, um crescimento orgânico avaliado por especialistas em marketing em mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões) em valor de mídia espontânea. A camisa da jogadora tornou-se a mais vendida da liga, e ela assinou sete contratos publicitários em menos de duas semanas, incluindo um com a empresa de segurança Ring.

“Eu não fiz isso para ganhar cliques. Eu defendo minhas companheiras”, afirmou Cunningham, de 29 anos, conhecida por seu estilo de jogo físico desde a universidade.

Além do impacto esportivo, o episódio abriu debates sobre o tratamento de Caitlin Clark, que vem sofrendo um excesso de faltas físicas durante a temporada. Comentaristas conservadores passaram a discutir o caso sob uma perspectiva de direitos civis, alegando que Clark estaria sendo alvo por sua cor de pele, apesar de não haver evidências concretas para essa afirmação.

Cunningham também passou a ser associada a esse segmento político, recebendo o apelido de “MAGA Barbie” por parte de torcedores conservadores, referência ao slogan “Make America Great Again” do -presidente Donald Trump.

Com sua popularidade em ascensão, Cunningham explora agora oportunidades fora das quadras, incluindo o lançamento de um podcast e convites para atuar como comentarista esportiva, demonstrando como o basquete feminino tem conquistado espaço e protagonismo em diferentes áreas.

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