
Sábado passado, tive a oportunidade de ir a dois jogos da Premier League, a principal liga de futebol do mundo, no mesmo dia, em Londres.
O dia começou com Fulham x Leeds United às 15h (horário de Londres). A chegada ao Craven Cottage se deu de forma tranquila e agradável. Atravessamos um parque bem cuidado no caminho ao estádio.
O estádio do Fulham, com capacidade para 25.700 torcedores, é puro contraste. Enquanto do lado oeste se apresenta supermoderno, porque recém-entregue, com o melhor da tecnologia e da arquitetura, do lado oposto, leste (onde fiquei), a sensação é de se estar vivenciando o campeonato inglês da década de 70, 80.
A entrada se deu por uma porta super estreita, que chega a ser claustrofóbica e limitante de fluxo para dentro do estádio, razão pela qual, com o início da partida, ainda havia muita gente na fila do lado de fora. Me chamou a atenção a falta de sinalização e staff para direcionar o público da forma adequada.
Exceto por uma tímida distribuição de pacotinhos de cards do campeonato, não vi qualquer presença de marca no lado externo ao estádio.
A experiência da partida foi incrível. Fiquei na terceira fileira. A proximidade com o campo proporciona uma experiência única.

Além dos painéis de LED com altura visivelmente menor do que costumamos ver no Brasil em torno do campo, o estádio (lado oeste) possui um painel de LED na segunda linha.
Tive a sensação de ser pouco impactado visualmente por marcas. Dentro do estádio não ocorreram ativações.
Um tímido espaço para venda de produtos, além de alimentos e bebidas.
Terminado o jogo, nos dirigimos a um pub próximo ao estádio para comer algo. Todas as televisões estavam direcionadas para o jogo do West Ham x Tottenham. Atmosfera incrível, experiência única. O inglês tem uma paixão pelo futebol que se apresenta de forma única.
Na sequência, pegamos um Uber e fomos assistir a Brentford x Chelsea às 20h (horário de Londres).
O Gtech Community Stadium tem capacidade para 17.250 pessoas, com acesso tranquilo e organizado.
Assim como ocorreu no primeiro jogo, senti a ausência de ativações das marcas e fui pouco impactado visualmente durante a partida.
Em cada partida, reparei a publicidade de, no máximo, duas casas de apostas, segmento importante igualmente no futebol inglês.
Devido às limitações do estádio, os espaços para a venda de produtos são restritos, mas organizados. Assim como a venda de alimentos e bebidas, por intermédio de totens.
Na entrada das equipes, há um show de luzes bacana, mas o ápice ocorre com a música Hey Jude, dos Beatles, espécie de hino da torcida do Brentford.
Em suma, valeu pela experiência de curtir o futebol, mas confesso ter ficado frustrado com a ausência de ativações.
Quem esteve sábado passado no jogo do Arsenal, no Emirates Stadium, também teve essa sensação? Será?





