Aos 40 anos e em busca do milésimo gol da carreira (946 até aqui), Cristiano Ronaldo segue acumulando recordes dentro e fora de campo, sendo que o português atingiu um marco inédito no futebol ao se tornar o primeiro atleta da modalidade a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em patrimônio, de acordo com o Bloomberg. A conquista financeira ocorre após a renovação de seu contrato com o Al-Nassr, que elevou o valor total de seus ganhos para cerca de R$ 7,5 bilhões na cotação atual.
A publicação norte-americana incluiu o atacante na sua lista de bilionários, algo até então inédito entre jogadores de futebol, com o novo acordo firmado com o clube saudita sendo avaliado em mais de US$ 400 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões), o que consolidou o crescimento patrimonial do astro.
Em sua primeira passagem contratual pelo time saudita, Cristiano havia recebido aproximadamente US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). Somando os vencimentos ao longo da carreira, entre 2002 e 2023, o português acumulou mais de US$ 550 milhões apenas em salários, o equivalente a R$ 2,9 bilhões.
Além do que recebeu dos clubes, ele construiu uma extensa rede de receitas paralelas por meio de contratos de imagem e parcerias comerciais com grandes marcas, entre elas Nike, Armani e Castrol, visto que o jogador também diversificou seus investimentos em setores como moda e turismo, com destaque para sua cadeia de hotéis e negócios ligados à marca CR7. Em Portugal, especialmente em Lisboa, ainda mantém participações em empreendimentos menores junto a amigos.
O patrimônio bilionário do português foi formado por diferentes fontes de receita: cerca de US$ 550 milhões em salários durante a carreira, mais US$ 200 milhões de seu primeiro contrato com o Al-Nassr e outros US$ 400 milhões no novo acordo até 2027. A esses números somam-se cerca de US$ 175 milhões obtidos com patrocínios e licenciamento de imagem, um conjunto que consolidou Cristiano Ronaldo como o primeiro jogador de futebol a alcançar tal nível financeiro.
Embora o feito seja inédito na modalidade, outros atletas já atingiram a marca bilionária em diferentes esportes: Roger Federer e Michael Jordan são os exemplos mais notórios, mas chegaram a esse patamar por caminhos distintos.
Enquanto CR7 alcançou o bilhão principalmente em razão de seus salários e contratos esportivos, Federer construiu sua fortuna a partir da participação na empresa suíça On, enquanto Jordan atingiu o mesmo patamar graças aos acordos de patrocínio, com destaque para a longa parceria com a Nike.





