O Grupo Porto tem se consolidado como uma das marcas mais fortes do Brasil, destacando-se não apenas pela sua atuação no setor de seguros, mas também pela crescente presença em diversos segmentos, incluindo saúde, serviços e bancário.
Por meio de uma estratégia de diversificação, a empresa tem alcançado resultados expressivos, refletidos no aumento significativo do valor de sua marca. Nesse contexto, a Porto também tem se aventurado no mundo dos esportes, com ativações de peso, como sua participação no GP de São Paulo de Fórmula 1 deste fim de semana.
Em entrevista ao MKTEsportivo, Oliver Haider, superintendente de marketing da Porto, detalhou esse plano e a importância do envolvimento crescente do grupo com o esporte a motor nos últimos anos.
“A cultura do carro tem sido um dos principais aceleradores para nós. Grande parte do nosso investimento e dedicação de conteúdos tem se focado nesse tema. Embora seja difícil atribuir 100% do impacto a um único fator, toda essa estratégia voltada ao automobilismo tem gerado resultados comerciais muito positivos nos últimos anos”, afirmou Oliver.
A presença da Porto no universo do automobilismo, principalmente por meio do apoio ao piloto brasileiro Gabriel Bortoleto e sua destacada atuação no GP de São Paulo, reflete o reconhecimento da força de engajamento que esse esporte oferece.
A etapa brasileira, um dos eventos esportivos mais assistidos do mundo, proporciona uma plataforma poderosa para a promoção não apenas de produtos, mas também da própria identidade da empresa.
Contudo, o envolvimento da Porto com a Fórmula 1 vai além do simples patrocínio. A marca tem adotado uma série de iniciativas estratégicas, incluindo ações voltadas para a experiência do público e ao resgate da história de grandes nomes do automobilismo nacional, como Chico Landi, o primeiro piloto brasileiro a competir na Fórmula 1.
“Nos últimos anos, aprendemos o que o público realmente deseja. Melhoramos a experiência, desde a jornada até a alimentação e o entretenimento. Este ano, buscamos algo ainda mais especial. Decidimos focar no legado. A pergunta central foi: qual o papel da Porto como legado para a F1? O que queremos deixar como história? e daí surgiu a ideia de contar sobre a trajetória do Chico Landi, simultaneamente com a proposta para apoiar o filme que conta a história dele. Retratar esse legado, de um ídolo brasileiro que precisa ser mais conhecido, é realmente muito importante”, explicou Oliver.
Esse foco no automobilismo, tanto no legado histórico como no futuro, tem gerado impactos tangíveis para a empresa. A Porto não apenas se beneficia da associação com um dos esportes mais prestigiados do mundo, mas também fortalece sua presença entre consumidores de diversas faixas etárias e perfis.
“Neste ano, a Porto se consolidou como a terceira marca mais forte do Brasil. Isso demonstra que a Porto tem força e flexibilidade para atuar em diversos setores, como bancos, seguros, saúde e serviços. Também tivemos um aumento significativo no valor da marca, de 16 a 17%. E embora isso vá muito além do apoio ao Gabriel Bortoleto e da F1, é inegável que essa estratégia tem contribuído de forma expressiva”, concluiu.





