A temporada 2025/26 da NBA ainda está no início, mas a liga já projeta uma receita recorde de US$ 14,3 bilhões (R$ 76,2 bilhões), superando com folga os US$ 12,75 bilhões (R$ 68,0 bilhões) arrecadados na temporada passada, segundo o site Sportico.
O crescimento é impulsionado principalmente pelos novos contratos de direitos de transmissão firmados com ESPN, Amazon e NBC, avaliados em US$ 76 bilhões (R$ 405,1 bilhões) ao longo de 11 anos. Os acordos preveem um aumento médio de 7% nos repasses anuais às franquias, fortalecendo ainda mais a saúde financeira da liga. Com isso, cada uma das 30 franquias deverá receber US$ 143 milhões (R$ 761 milhões) em receitas de mídia nacional na temporada 2025/26, cerca de US$ 40 milhões (R$ 213 milhões) a mais por equipe em relação ao ciclo anterior.
Mesmo com o avanço expressivo, a NBA ainda permanece atrás da NFL, que fatura cerca de US$ 20 bilhões (R$ 106,6 bilhões), e da MLB, com aproximadamente US$ 12 bilhões (R$ 64,0 bilhões). Contudo, segue isolada como a liga de basquete mais lucrativa do mundo, muito à frente da Euroliga, cuja projeção de receita para 2025/26 é de apenas US$ 125 milhões (R$ 666 milhões), uma diferença impressionante de US$ 13,875 bilhões (R$ 74,0 bilhões).
O MKT Esportivo, com base em dados divulgados pela Forbes, elaborou a lista das franquias mais valiosas da NBA para a temporada 2025/26:
As franquias mais valiosas da NBA na Temporada 2025/26
- Golden State Warriors – US$ 11 bilhões (R$ 58,6 bilhões)
- Los Angeles Lakers – US$ 10 bilhões (R$ 53,3 bilhões)
- New York Knicks – US$ 9,75 bilhões (R$ 52,1 bilhões)
- Los Angeles Clippers – US$ 7,5 bilhões (R$ 40,0 bilhões)
- Boston Celtics – US$ 6,7 bilhões (R$ 35,7 bilhões)
- Chicago Bulls – US$ 6 bilhões (R$ 32,0 bilhões)
- Houston Rockets – US$ 5,9 bilhões (R$ 31,5 bilhões)
- Miami Heat – US$ 5,7 bilhões (R$ 30,4 bilhões)
- Brooklyn Nets – US$ 5,6 bilhões (R$ 29,9 bilhões)
- Philadelphia 76ers – US$ 5,45 bilhões (R$ 29,0 bilhões)
- Phoenix Suns – US$ 5,425 bilhões (R$ 28,9 bilhões)
- Toronto Raptors – US$ 5,4 bilhões (R$ 28,8 bilhões)
- Dallas Mavericks – US$ 5,1 bilhões (R$ 27,2 bilhões)
- Atlanta Hawks – US$ 5 bilhões (R$ 26,7 bilhões)
- Cleveland Cavaliers – US$ 4,8 bilhões (R$ 25,6 bilhões)
- Washington Wizards – US$ 4,7 bilhões (R$ 25,1 bilhões)
- Denver Nuggets – US$ 4,6 bilhões (R$ 24,5 bilhões)
- Sacramento Kings – US$ 4,45 bilhões (R$ 23,7 bilhões)
- San Antonio Spurs – US$ 4,4 bilhões (R$ 23,5 bilhões)
- Oklahoma City Thunder – US$ 4,35 bilhões (R$ 23,2 bilhões)
- Milwaukee Bucks – US$ 4,3 bilhões (R$ 22,9 bilhões)
- Portland Trail Blazers – US$ 4,25 bilhões (R$ 22,6 bilhões)
- Indiana Pacers – US$ 4,2 bilhões (R$ 22,4 bilhões)
- Utah Jazz – US$ 4,1 bilhões (R$ 21,9 bilhões)
- Orlando Magic – US$ 3,9 bilhões (R$ 20,8 bilhões)
- Charlotte Hornets – US$ 3,8 bilhões (R$ 20,3 bilhões)
- Detroit Pistons – US$ 3,65 bilhões (R$ 19,5 bilhões)
- Minnesota Timberwolves – US$ 3,6 bilhões (R$ 19,2 bilhões)
- New Orleans Pelicans – US$ 3,55 bilhões (R$ 18,9 bilhões)
- Memphis Grizzlies – US$ 3,5 bilhões (R$ 18,7 bilhões)
Curiosamente, os finalistas da última temporada (Indiana Pacers e Oklahoma City Thunder) não figuram entre as dez franquias mais valiosas, reforçando a competitividade da NBA, onde desempenho esportivo e valor de mercado nem sempre caminham lado a lado.





