Uma fala informal de Lionel Messi mostrou, mais uma vez, como o esporte e o mercado financeiro podem caminhar lado a lado. O craque argentino comentou sobre seus hábitos de consumo e acabou provocando um movimento bilionário nas bolsas de valores.
A declaração foi feita em entrevista exibida no dia 7 de janeiro de 2026, no canal de streaming Luzu TV. Ao responder sobre preferências pessoais, o craque revelou que costuma beber vinho misturado com Sprite, combinação que, segundo ele, intensifica o efeito da bebida alcoólica.
O comentário, aparentemente inofensivo, ganhou enorme repercussão nas redes sociais e rapidamente foi replicado por veículos de comunicação ao redor do mundo.
O reflexo veio quase imediato no mercado. Desde a exibição da entrevista, as ações da Coca-Cola registraram valorização de cerca de 5%. Dados divulgados pela plataforma Day Trading indicam que essa oscilação representou um acréscimo aproximado de US$ 12,9 bilhões no valor de mercado da companhia.
Analistas atribuem o movimento ao alcance global de Messi e à sua capacidade de influenciar comportamentos de consumo, mesmo sem qualquer vínculo publicitário formal com a marca.
Casos semelhantes já ocorreram no passado. Em 2021, durante a Eurocopa, Cristiano Ronaldo afastou garrafas de Coca-Cola em uma coletiva de imprensa, gesto que, segundo estimativas da época, contribuiu para uma queda significativa no valor de mercado da empresa.
Episódios como esses reforçam que, fora das quatro linhas, estrelas do futebol também exercem influência direta sobre negócios globais.

