A Globo deu início à comercialização dos espaços publicitários ligados à Copa do Mundo 2026 após concluir os primeiros acordos para a transmissão do torneio que acontecerá entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá. Esse movimento marca a largada do planejamento comercial da emissora em torno de um dos principais eventos do calendário esportivo global.
Entre as empresas que já confirmaram participação estão Itaú e Ambev, que mantêm presença contínua nas transmissões do Mundial de seleções na emissora desde 2002. O grupo inicial de anunciantes inclui ainda Amazon, Superbet, Unilever e XP Investimentos, que adquiriram cotas comerciais associadas ao torneio. A Zé Delivery assegurou espaço na principal cota de cinco segundos, enquanto Coca-Cola, Havan e BetMGM optaram pelas cotas de apoio, formato que prevê maior exposição em ações de conteúdo e durante os intervalos comerciais.
Com os contratos firmados até agora, a Globo projeta uma receita inicial de R$ 1 bilhão. A emissora informa que o processo de venda ainda não foi encerrado e que novas negociações seguem em curso. A expectativa interna é alcançar uma arrecadação próxima de R$ 2 bilhões ao considerar, além da TV aberta, as transmissões realizadas pelo SporTV e GE TV.
Para ampliar a entrega aos parceiros, a programação do primeiro semestre deve contar com projetos especiais de exposição comercial no Fantástico, Jornal Nacional e Jornal da Globo. A estratégia está baseada no alcance da emissora, que, de acordo com dados apresentados ao mercado publicitário, supera 100 milhões de pessoas nas transmissões dos jogos da seleção brasileira.
A Globo também confirmou que exibirá todas as partidas da seleção brasileira na Copa. Além disso, terá direito à transmissão de metade dos jogos da fase de mata-mata, incluindo a final, marcada para 19 de julho. No total, a emissora exibirá 54 duelos ao longo do Mundial.





