O governo dos Estados Unidos confirmou que irá ampliar de forma significativa os investimentos em tecnologias antidrone antes da Copa do Mundo de 2026, competição que será realizada em parceria com México e Canadá. A iniciativa faz parte de um plano mais amplo de fortalecimento da segurança aérea durante grandes eventos no país.
O Mundial da Fifa acontecerá entre 11 de junho e 19 de julho, com partidas distribuídas por 11 cidades norte-americanas, além das sedes nos países vizinhos.
“Os drones representam a nova fronteira da superioridade aérea norte-americana. Sob a presidência de Trump, estamos entrando em uma nova era para defender nossa superioridade aérea, proteger nossas fronteiras e o interior dos Estados Unidos”, disse Kristi Noem, secretária de Segurança Interna.
Como parte desse movimento, o DHS anunciou a criação de um escritório específico voltado à compra, implementação e operação de sistemas de aeronaves não tripuladas, além de soluções de defesa contra drones.
O recém-criado Escritório Executivo de Programas ficará responsável por coordenar e supervisionar os investimentos em tecnologias capazes de neutralizar ameaças aéreas em eventos de grande porte.
Ainda nesta semana, o departamento deve finalizar um investimento de US$ 115 milhões em sistemas antidrone. Já no mês anterior, a Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) liberou US$ 250 milhões em subsídios destinados aos estados que receberão jogos da Copa e ao Distrito de Columbia, onde está localizada a capital, Washington.
“Isso nos ajudará a continuar a garantir a segurança da fronteira e enfraquecer os cartéis, proteger nossa infraestrutura e manter os norte-americanos seguros enquanto participam de festividades e eventos durante um ano histórico, marcado pelo 250º aniversário da independência dos Estados Unidos e pela Copa do Mundo”, finalizou Kristi.






