Mesmo diante de um cenário financeiro desafiador, o Corinthians tem demonstrado firmeza no mercado e adotado postura estratégica para blindar suas principais joias, que vêm sendo constantemente assediadas por clubes do Brasil e da Europa.
Ao todo, a diretoria alvinegra já recusou aproximadamente 60 milhões de euros (cerca de R$ 370 milhões) em propostas por três promessas formadas nas categorias de base: Breno Bidon, Gui Negão e André. A decisão reforça a prioridade do clube em manter competitividade esportiva antes de qualquer movimento de venda.
Segundo o jornalista Jorge Nicola, o Corinthians rejeitou uma oferta de 12 milhões de euros (R$ 74,1 milhões) feita pelo Sport Lisboa e Benfica pelo meio-campista André. Internamente, a avaliação é de que o jogador pode atingir patamar técnico e financeiro ainda mais elevado ao longo da temporada.
A postura foi a mesma em outras investidas. O clube recusou 25 milhões de euros (R$ 154,3 milhões) do Clube de Regatas do Flamengo por Breno Bidon, além de 20 milhões de euros (R$ 123,4 milhões) oferecidos pelo FC Zenit Saint Petersburg por Gui Negão.
Mesmo com a necessidade de equilibrar as finanças, a diretoria entende que manter os jovens talentos até o fim da temporada pode gerar retorno técnico imediato e valorização futura no mercado internacional, especialmente em caso de boa campanha na Libertadores.
Dentro de campo, o momento reforça essa estratégia. Em 2025, o Corinthians conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil. Já em 2026, levantou a Supercopa do Rei ao superar o Flamengo, consolidando uma fase de recuperação esportiva e fortalecimento do elenco.
O Timão volta a campo nesta quinta-feira (19), em partida atrasada da segunda rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Athletico Paranaense, com a missão de manter o embalo na competição nacional e sustentar a confiança em seu projeto esportivo.





