- A Caixa vai destinar R$ 20 milhões em 2026 para 26 confederações por meio do Programa Olímpico de Patrocínio.
- O modelo prevê repasses diretos às modalidades e ações de visibilidade para o banco.
- A iniciativa amplia o financiamento ao esporte olímpico e fortalece a estrutura das confederações.
A Caixa definiu as 26 confederações que receberão repasses ao longo de 2026 dentro do Programa Olímpico de Patrocínio (POP), iniciativa criada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para ampliar o financiamento direto às modalidades. Ao todo, serão destinados R$ 20 milhões no período, valor vinculado ao acordo de patrocínio firmado entre o banco estatal e a entidade.
Com a entrada da Caixa, o banco se torna o primeiro parceiro a aderir ao modelo do POP. Pelo formato estabelecido pelo COB, metade do investimento realizado no patrocínio ao comitê é destinada diretamente às confederações, com distribuição definida em conjunto entre patrocinador e entidade.
A divisão dos recursos foi estruturada em dois grupos: pacote especial e pacote básico. No grupo principal, a Caixa priorizou basquete, ciclismo e handebol, modalidades que terão maior volume de entregas e visibilidade. Já o pacote básico contempla badminton, boxe, canoagem, esportes de neve e gelo, desportos aquáticos, esgrima, escalada, golfe, hipismo, hóquei, levantamento de peso, pentatlo moderno, remo, rúgbi, surfe, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo, triatlo, vela e wrestling.
Além do repasse financeiro, o modelo prevê contrapartidas em ativações digitais e presença em eventos, com diferentes níveis de exposição conforme o pacote de cada modalidade. Paralelamente, confederações como ginástica e atletismo seguirão com acordos de patrocínio próprios já existentes com a Caixa.
“A Caixa tem um compromisso histórico com o desenvolvimento do esporte brasileiro e com a promoção de oportunidades por meio do esporte. Ao apoiar o Programa Olímpico de Patrocínio, a Caixa contribui de forma estruturante para o fortalecimento das confederações e para a consolidação de um ecossistema esportivo mais sustentável, alinhado à visão do COB de construir uma Nação Esportiva. Assumir esse protagonismo é motivo de orgulho e reforça o papel da Caixa na formação de cidadãos e na trajetória de atletas que representam o Brasil e inspiram milhões de brasileiros”, comentou Estevão Cezário, superintendente nacional de patrocínio e promoções da Caixa.
Para o COB, o novo modelo fortalece a base do esporte olímpico nacional ao ampliar a chegada de recursos às entidades responsáveis pela preparação de atletas e pelo desenvolvimento das modalidades.
“O investimento de empresas parceiras no Time Brasil e no Movimento Olímpico do Brasil impacta diretamente na performance de cada atleta, que se prepara a todos os dias para representar o Brasil nas maiores competições do mundo e nos encher de orgulho. Ao apoiar não apenas o COB, mas também as Confederações esportivas, a Caixa se mostra de fato nossa parceira na construção de uma Nação Esportiva”, acrescentou o presidente do COB, Marco La Porta.
O alcance do programa, porém, vai além das 26 confederações selecionadas. Segundo o COB, entidades que mantêm acordos com outras instituições financeiras, como tênis e vôlei, também terão acesso a uma parcela proporcional dos recursos, sem necessidade de contrapartidas comerciais à Caixa.
“Ao ampliar o nosso programa de patrocínio direcionando investimento direto nas Confederações, fortalecemos o Movimento Olímpico ao mesmo tempo em que oferecemos uma entrega mais constante aos patrocinadores”, finalizou Manoela Penna.
A adesão da Caixa ao POP já vinha sendo sinalizada desde setembro do ano passado, quando o COB antecipou que o banco passaria a integrar o programa com aporte anual estimado em R$ 20 milhões.





