Indústria

Mark Zuckerberg e Tim Cook avaliam proposta pelo Seattle Seahawks

Bilionários da tecnologia avaliam compra da franquia da NFL, que pode ultrapassar US$ 10 bilhões

Foto: Reuters

01 de maio de 2026

2 minutos de Leitura

⚡ Jogo Rápido
  • O processo de venda do Seattle Seahawks segue ganhando novos contornos e despertando o interesse de nomes de peso fora do universo esportivo
  • Fontes próximas às negociações apontam que Mark Zuckerberg e Tim Cook, nome ligado à Apple, avaliam a possibilidade de apresentar ofertas separadamente
  • A venda é conduzida pelo banco Allen & Company, responsável por intermediar o processo em nome do espólio de Paul G. Allen

O processo de venda do Seattle Seahawks segue ganhando novos contornos e despertando o interesse de nomes de peso fora do universo esportivo. Entre os possíveis compradores, surgem figuras centrais do Vale do Silício, indicando que a franquia pode, em breve, ter um novo perfil de liderança.

De acordo com o Front Office Sports, fontes próximas às negociações apontam que Mark Zuckerberg, criador da Meta, avalia a possibilidade de apresentar uma proposta. Outro nome citado é Tim Cook, ligado à Apple, que também estaria estudando uma investida independente.

A venda é conduzida pelo banco Allen & Company, responsável por intermediar o processo em nome do espólio de Paul G. Allen. O bilionário, que faleceu em 2018, deixou como instrução a alienação de seus ativos esportivos, incluindo o time da NFL, o Portland Trail Blazers e participação no Seattle Sounders FC.

Colocado oficialmente à venda em fevereiro, pouco após a conquista do título no Super Bowl LX contra o New England Patriots, o Seahawks pode alcançar uma avaliação histórica. Analistas divergem sobre o valor final, com estimativas variando entre US$ 8 bilhões e mais de US$ 10 bilhões.

Caso esses números se confirmem, a negociação superaria o recorde recente da NFL, estabelecido em 2023 com a venda do Washington Commanders por US$ 6,05 bilhões a um grupo liderado por Josh Harris. Desde então, o mercado esportivo tem mostrado forte valorização, impulsionado pelo interesse de investidores globais e magnatas da tecnologia.

Qualquer mudança de controle na franquia ainda dependerá da aprovação dos demais proprietários da NFL, exigindo o aval de pelo menos três quartos da liga, um processo que pode prolongar a definição do futuro dono.

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