Copa do Mundo 2026

Nova Zelândia chega à Copa do Mundo 2026 sonhando com campanha histórica

Os All Whites disputarão apenas a terceira Copa do Mundo de sua história e chegam ao Mundial de 2026 sonhando em surpreender no Grupo G

Foto: Getty Images

30 de maio de 2026

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⚡ Jogo Rápido
  • A Nova Zelândia chega à Copa do Mundo FIFA 2026 cercada de expectativa para tentar realizar a maior campanha de sua história no torneio
  • No Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Irã, a seleção comandada por Darren Bazeley aposta em organização defensiva, força física e experiência para tentar surpreender no Mundial.
  • Com elenco avaliado em cerca de R$ 170 milhões, os All Whites sonham em alcançar pela primeira vez a fase mata-mata da Copa do Mundo e voltar a ganhar destaque no cenário internacional.

Com a Copa do Mundo FIFA 2026 cada vez mais próxima, o cenário do futebol mundial já começa a ganhar forma. Em meio à expectativa para o torneio, o MKT Esportivo reuniu informações sobre as 48 seleções classificadas, analisando histórico, momento esportivo e valor de mercado dos elencos que estarão no Mundial.

A Nova Zelândia chega à Copa do Mundo FIFA 2026 cercada de expectativa para tentar fazer história. A seleção dos All Whites está no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Irã, e disputará apenas a terceira Copa do Mundo de sua história, após as participações em 1982 e 2010.

A melhor campanha dos neozelandeses aconteceu justamente no Mundial da África do Sul, em 2010, quando a equipe terminou invicta na fase de grupos após empates contra Itália, Paraguai e Eslováquia, mas acabou eliminada pelo saldo de gols.

Sob o comando do técnico Darren Bazeley, a Nova Zelândia aposta em um elenco experiente, organizado taticamente e com jogadores atuando em ligas importantes da Europa para tentar alcançar, pela primeira vez, a fase mata-mata da Copa do Mundo.

O principal destaque da equipe é o centroavante Chris Wood, astro do Nottingham Forest e principal esperança de gols da seleção. Além dele, os All Whites contam com nomes importantes como o meia Marko Stamenić, do Swansea City, o zagueiro Tyler Bindon, do Sheffield United, e o lateral-esquerdo Liberato Cacace, do Wrexham.

Além da experiência de Chris Wood, a Nova Zelândia também aposta no crescimento internacional de seus jovens talentos para tentar elevar o nível competitivo da seleção. Jogadores como Tyler Bindon, Alex Paulsen e Marko Stamenić representam a nova geração dos All Whites e chegam ao Mundial de 2026 cercados de expectativa após temporadas de destaque no futebol europeu.

Foto: Getty Images

Taticamente, Darren Bazeley costuma utilizar o esquema 4-2-3-1, apostando em uma equipe compacta defensivamente, linhas baixas, transições rápidas e bolas paradas para potencializar a presença física de Chris Wood no ataque. A estratégia da seleção neozelandesa será tentar equilibrar a força física com organização defensiva diante de adversários tecnicamente superiores.

Uma das principais preocupações da comissão técnica para a estreia diante do Irã envolve a situação física do zagueiro Tyler Bindon, considerado peça fundamental no sistema defensivo da equipe.

Segundo dados do Transfermarkt, a última convocação da Nova Zelândia para a Data FIFA somava aproximadamente € 30,5 milhões (cerca de R$ 170 milhões). O valor reforça o crescimento técnico e financeiro da seleção nos últimos anos, especialmente após a evolução de jogadores atuando no futebol europeu.

Jogadores mais valiosos da Nova Zelândia

  • Chris Wood (Nottingham Forest) — € 8 milhões (R$ 51 milhões)
  • Joe Bell (Viking FK) — € 3 milhões (≈ R$ 19 milhões)
  • Liberato Cacace (Wrexham AFC) — € 3 milhões (R$ 19 milhões)
  • Marko Stamenić (Swansea City) — € 3 milhões (R$ 19 milhões)
  • Callum McCowatt (Silkeborg IF) — € 2 milhões (R$ 12,8 milhões)
  • Finn Surman (Portland Timbers) — € 1,5 milhão (R$ 9,6 milhões)
  • Tyler Bindon (Sheffield United) — € 1,5 milhão (R$ 9,6 milhões)
  • Elijah Just (SKN St. Pölten) — € 1,2 milhão (R$ 7,7 milhões)
  • Ben Waine (Plymouth Argyle) — € 1 milhão (R$ 6,4 milhões)
  • Alex Paulsen (AFC Bournemouth) — € 900 mil (R$ 5,8 milhões)

A Nova Zelândia chega à Copa do Mundo FIFA 2026 querendo surpreender e conquistar a inédita classificação para o mata-mata. Apostando na experiência de Chris Wood, na organização tática e na força física de seu elenco, os All Whites tentam se consolidar como uma das possíveis surpresas do torneio e dificultar o caminho das seleções favoritas ao título.

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