- Casa CazéTV abre as portas com proposta de unir transmissão, entretenimento e comunidade
- Espaços em São Paulo e no Rio de Janeiro receberão ativações, estúdios, shows e experiências durante o Mundial
- Projeto busca integrar audiência digital e presencial em uma mesma jornada
A Copa do Mundo 2026 servirá de palco para o maior projeto de experiência ligado ao esporte já desenvolvido pela CazéTV. Apresentada oficialmente nesta quinta-feira (11), com a presença do MKTEsportivo em São Paulo, a Casa CazéTV nasce com a proposta de transformar o torcedor em parte ativa da cobertura do Mundial, levando para o ambiente físico a interação que ajudou a consolidar o canal como uma das principais plataformas esportivas digitais do país.
Com unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, a iniciativa foi concebida para conectar transmissão, entretenimento e convivência em um único espaço, com a proposta de que agora o chat virou arquibancada. Durante o torneio, o público encontrará estúdios abertos, áreas de convivência, convidados especiais, shows, ativações de patrocinadores e experiências ligadas à cobertura dos jogos. A programação funcionará em todas as partidas do Brasil, nos finais de semana e em todos os confrontos da fase eliminatória.
A proposta ganha ainda mais relevância diante da dimensão da próxima Copa do Mundo. Pela primeira vez disputado em três países (Estados Unidos, México e Canadá), o torneio reunirá 48 seleções, terá duração de 39 dias e contará com 104 partidas. Neste cenário, a Casa CazéTV foi apresentada como o maior parque de experiências da Copa na América Latina, ocupando 10 mil m² em São Paulo e 7,2 mil m² no Rio de Janeiro, com capacidade para receber até 7 mil pessoas por dia.

Os espaços foram planejados para ir além da transmissão de partidas. Segundo os organizadores, o objetivo é fazer com que os visitantes vivam uma jornada coletiva e multissensorial durante o Mundial. O projeto contará com ambientes interativos, ativações de marcas, lojas, food park, sistema de som imersivo, cabine de transmissão aberta ao público e um palco principal equipado com 196 m² de painéis de LED.
A iniciativa surge em um momento de expansão da própria operação da CazéTV para a Copa de 2026. A plataforma será a única do Brasil a exibir os 104 jogos do torneio, ampliando significativamente sua cobertura em relação à edição anterior.
Durante a apresentação, a empresa destacou que terá 85% mais partidas em sua programação quando comparado ao Mundial de 2022. A referência para essa nova etapa é justamente a maior audiência da história do canal até hoje, registrada na transmissão de Brasil x Croácia, pelas quartas de final da última Copa do Mundo.

O desafio, porém, não está apenas em ampliar a quantidade de conteúdo, mas em transportar para o mundo físico uma experiência que nasceu e se consolidou no ambiente digital. Desde sua criação, a CazéTV construiu uma audiência acostumada a acompanhar transmissões enquanto comenta em tempo real no chat, interage nas redes sociais e consome conteúdos em múltiplas telas simultaneamente. Foi justamente essa mudança de comportamento que norteou o desenvolvimento da Casa CazéTV.
“A forma como o público acompanha esporte hoje é muito diferente. É uma audiência que consome conteúdo em várias telas ao mesmo tempo, participa do chat ao vivo e continua a conversa nas redes sociais. Criar um espaço físico para aproximar essas pessoas da transmissão é a materialização de algo que sempre esteve presente na nossa comunidade. A ideia é que quem estiver assistindo de casa tenha a sensação de fazer parte da mesma experiência de quem estiver nas casas de São Paulo e do Rio ou acompanhando a equipe diretamente da Copa do Mundo”, afirmou Giamile Rossato, Head de Negócios da LiveMode/CazéTV.

Essa integração entre físico e digital também aparece na concepção dos ambientes da Casa CazéTV. Os espaços foram desenvolvidos a partir da linguagem já conhecida pelo público que acompanha o canal, preservando características que ajudaram a consolidar a identidade da plataforma ao longo dos últimos anos.
Na prática, isso se traduz em áreas voltadas para produção de conteúdo, estúdios para programas e resenhas, além de ativações pensadas para conectar simultaneamente quem estiver presente no local e a audiência que acompanhará tudo pelas transmissões e pelas redes sociais.
A proposta se diferencia de modelos tradicionais de fan fest justamente por considerar a transmissão como parte central da experiência. Em vez de funcionar apenas como um local de exibição dos jogos, a Casa CazéTV foi desenhada para conectar todas as frentes da operação: estúdios, equipes no Brasil, correspondentes na Copa e público presente dentro de uma mesma narrativa audiovisual.
“Existe muita pesquisa e planejamento por trás do projeto, mas tudo passa pelo nosso jeito de fazer conteúdo. A Copa do Mundo é um grande momento de entretenimento. As pessoas querem torcer, se divertir, estar com amigos e família. Nosso papel é transformar todas essas referências em uma experiência autêntica e próxima da audiência”, acrescentou Rossato.

Durante o evento, a empresa também apresentou os quatro pilares que orientam o projeto:
● Eventos ao vivo: apontados como uma das principais fontes de felicidade para a Geração Z.
● Pertencimento e bem-estar: estudos indicam que experiências esportivas presenciais fortalecem a sensação de conexão entre as pessoas.
● Geração de memória: momentos compartilhados contribuem para a construção de memórias sociais e afetivas de longo prazo.
● A economia do futuro é social: marcas passam a ocupar um papel cada vez mais relevante na criação de conexões e experiências coletivas.

A Copa de 2026 na Casa CazéTV também trará novidades na própria transmissão. Entre elas, a utilização de duas câmeras oficiais da FIFA dedicadas exclusivamente aos principais jogadores de cada seleção durante toda a partida, ampliando as possibilidades de acompanhamento individual dos atletas ao longo dos jogos.
Além da experiência voltada ao entretenimento, a Casa CazéTV também terá iniciativas de impacto social. Uma delas é o projeto Figurinhas para Todos, criado para democratizar o acesso aos tradicionais álbuns da Copa do Mundo. Em 2026, a ação já soma mais de 50 mil figurinhas e 850 álbuns arrecadados por meio de uma rede de mobilização presente em seis estados brasileiros.

Parceira na construção do projeto, a TM1 destacou que a iniciativa representa a união entre experiência presencial e mídia em uma mesma estratégia. Para o CEO e fundador da agência, a proposta busca criar conexões duradouras entre a comunidade formada em torno da CazéTV e os momentos vividos durante o Mundial.
“Estamos conectando experiência e mídia em um mesmo projeto. O objetivo é criar lembranças significativas para quem participar e fortalecer a relação entre a comunidade e uma marca que nasceu justamente da proximidade com seu público”, concluiu Bernardo Dinardi.





