- A Escócia retorna à Copa do Mundo FIFA 2026 após 28 anos apostando em uma geração experiente e avaliada em cerca de R$ 1,6 bilhão.
- Liderada por Scott McTominay e Andrew Robertson, a seleção escocesa busca fazer história e avançar ao mata-mata do Mundial pela primeira vez.
- A equipe comandada por Steve Clarke aposta em organização defensiva, contra-ataques e na experiência de atletas que atuam na Premier League
Com o início da Copa do Mundo FIFA 2026 nesta semana, a expectativa em torno do torneio já mobiliza torcedores ao redor do mundo. De olho nesse cenário, o MKT Esportivo reuniu dados das 48 seleções classificadas, com destaque para contexto esportivo, histórico e valor de mercado dos elencos.
A seleção da Escócia está no Grupo C, ao lado de Brasil, Marrocos e Haiti. A melhor campanha da Escócia em Copas do Mundo aconteceu na edição de 1974, disputada na Alemanha Ocidental, quando terminou na 9ª colocação geral. Curiosamente, a equipe foi eliminada ainda na fase de grupos, mas de forma invicta, com uma vitória e dois empates. A seleção escocesa não disputava uma Copa do Mundo desde 1998.
A equipe comandada por Steve Clarke aposta em uma geração experiente para tentar surpreender em seu retorno ao Mundial após 28 anos. O principal destaque da seleção é o meio-campista Scott McTominay, ex-Manchester United e atualmente no Napoli. O atleta foi eleito o melhor jogador do Campeonato Italiano na temporada 2024/25. A equipe ainda conta com nomes experientes como John McGinn, do Aston Villa, e Andrew Robertson, do Liverpool. Boa parte do elenco atua na Premier League, fator que reforça o nível competitivo da equipe. O objetivo da Escócia é fazer história e avançar ao mata-mata de uma Copa do Mundo pela primeira vez.

Taticamente, Steve Clarke costuma utilizar os esquemas 3-5-2 e 3-4-2-1, com uma linha defensiva formada por três zagueiros, que frequentemente se transforma em uma linha de cinco sem a posse de bola. A Escócia é uma seleção bastante organizada defensivamente, confortável atuando em bloco baixo e muito perigosa nos contra-ataques e nas bolas paradas.
Apesar da empolgação pelo retorno ao Mundial, a seleção escocesa também convive com preocupações importantes no departamento médico. A comissão técnica pode ter até nove baixas para a competição. Entre os jogadores lesionados, os principais destaques são Aaron Hickey, do Brentford, e Billy Gilmour, do Napoli. A última convocação de Steve Clarke para a Data FIFA somava cerca de € 250 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão), segundo dados do Transfermarkt, valor que evidencia o crescimento técnico e financeiro da seleção.
Jogadores escoceses mais valiosos:
• Scott McTominay — € 45 milhões (R$ 288 milhões)
• Billy Gilmour — € 20 milhões (R$ 128 milhões)
• Lewis Ferguson — € 20 milhões (R$ 128 milhões)
• Ben Doak — € 18 milhões (R$ 115 milhões)
• Aaron Hickey — € 16 milhões (R$ 102 milhões)
• John McGinn — € 15 milhões (R$ 96 milhões)
• Andrew Robertson — € 12 milhões (R$ 77 milhões)
• Ryan Christie — € 9 milhões (R$ 58 milhões)
• Kieran Tierney — € 8 milhões (R$ 51 milhões)
• Ché Adams — € 8,5 milhões (R$ 54 milhões)
Com uma geração repleta de jogadores consolidados nas principais ligas da Europa, profundidade de elenco e um treinador experiente em competições de alto nível, a Escócia chega à Copa do Mundo de 2026 tentando transformar o retorno ao torneio em sua melhor campanha da história.





