- Primeiro país a sediar três Copas do Mundo, o México investiu cerca de R$ 41,1 bilhões em infraestrutura, mobilidade urbana e modernização das cidades-sede
- México e África do Sul abrem a Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (11), às 16h (de Brasília), no Estádio Azteca.
- Jogando em casa, a seleção mexicana busca repetir as campanhas de 1970 e 1986, quando alcançou as quartas de final do Mundial.
O México será o primeiro país da história a sediar a Copa do Mundo pela terceira vez. Após receber o torneio em 1970 e 1986, o país voltará a ser um dos anfitriões do Mundial em 2026, ao lado de Estados Unidos e Canadá. Para marcar esse momento histórico, o governo mexicano e autoridades locais realizaram um amplo pacote de investimentos voltado à modernização das cidades-sede e à melhoria da infraestrutura urbana.
De acordo com estimativas divulgadas por entidades ligadas à organização do evento, o México destinou cerca de US$ 8,2 bilhões (aproximadamente R$ 41,1 bilhões) para obras de mobilidade urbana, transporte público, segurança, infraestrutura turística e modernização dos estádios que receberão partidas da Copa do Mundo de 2026.
Os recursos foram concentrados principalmente nas três cidades-sede mexicanas: Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. Além das reformas nos estádios, os investimentos incluem melhorias em aeroportos, redes de transporte, acessibilidade e revitalização de áreas urbanas próximas aos locais dos jogos.
A expectativa das autoridades é que o Mundial gere um forte impacto econômico no país, impulsionando o turismo, criando empregos e atraindo novos investimentos. A previsão é de que milhões de visitantes passem pelas cidades mexicanas durante a competição, movimentando diversos setores da economia.
Para se ter uma ideia da dimensão desse investimento, os R$ 41,1 bilhões aplicados pelo México representam cerca de 84 vezes o valor de mercado de toda a seleção da África do Sul, avaliada em €49,25 milhões (aproximadamente R$ 315 milhões), segundo o Transfermarkt. O montante também supera em mais de 20 vezes o valor do elenco mexicano, estimado em €194,6 milhões (cerca de R$ 1,24 bilhão).
Além do protagonismo fora de campo, os mexicanos sonham em transformar o fator casa em vantagem esportiva. Nas duas ocasiões anteriores em que sediou a Copa do Mundo, o México alcançou as quartas de final, em 1970 e 1986, registrando suas melhores campanhas na história da competição. Agora, diante de sua torcida e com um investimento bilionário em infraestrutura, a seleção busca repetir o feito e voltar a figurar entre as oito melhores equipes do planeta.
Mais do que organizar um dos maiores eventos esportivos do mundo, o objetivo do México é deixar um legado duradouro para suas cidades e consolidar sua posição como uma das principais potências esportivas das Américas. Em 2026, o país não apenas entrará para a história como o primeiro anfitrião de três Copas do Mundo, mas também tentará escrever um novo capítulo dentro das quatro linhas
.A caminhada mexicana começa nesta quinta-feira (11), diante da África do Sul, às 16h (de Brasília), no Estádio Azteca, na partida de abertura da Copa do Mundo de 2026. Jogando em casa, o México busca começar o Mundial com vitória e manter a tradição de suas melhores campanhas em Copas, já que alcançou as quartas de final nas edições de 1970 e 1986, ambas disputadas em seu território.





