- A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 neste sábado (13), contra o Marrocos, em busca do hexacampeonato.
- Oito convocados por Carlo Ancelotti acumularam valorização de € 61 milhões (R$ 390 milhões) desde a convocação para o Mundial.
- Rayan e Igor Thiago lideram a lista dos brasileiros que mais ganharam valor de mercado às vésperas da Copa.
A Seleção Brasileira se prepara para disputar a sua 23ª Copa do Mundo da história. Comandada por Carlo Ancelotti, a equipe fará sua estreia no Mundial de 2026 no próximo sábado (13), diante da seleção do Marrocos. Em busca do hexacampeonato, o Brasil chega ao torneio com um elenco avaliado em € 928,2 milhões (R$ 5,45 bilhões), segundo dados do Transfermarkt.
A seleção, que conta com craques como Vinícius Júnior, Raphinha e Neymar, também vem impulsionando a valorização de alguns de seus jogadores no mercado. Além da expectativa pelo desempenho dentro de campo, atletas brasileiros chegam à Copa em alta após a convocação para o torneio.
O atacante Rayan, do Bournemouth, e o centroavante Igor Thiago, do Brentford, foram os atletas da Seleção que mais se valorizaram após a convocação para o Mundial. Ambos se destacaram na Premier League e viram seus valores de mercado crescerem significativamente nas últimas atualizações.
Segundo o Transfermarkt, Rayan registrou uma valorização de € 20 milhões (R$ 128 milhões), passando de € 40 milhões para € 60 milhões. Já Igor Thiago teve um aumento de € 15 milhões (R$ 96 milhões), saltando de € 50 milhões para € 65 milhões. Juntos, os dois acumularam uma valorização de € 35 milhões (R$ 224 milhões), liderando o ranking dos brasileiros que mais ganharam valor às vésperas da Copa do Mundo.
Confira os jogadores da Seleção Brasileira que mais se valorizaram após a convocação para a Copa do Mundo de 2026:
• Rayan (Bournemouth) — € 40 milhões → € 60 milhões (R$ 128 milhões)
• Igor Thiago (Brentford) — € 50 milhões → € 65 milhões (R$ 96 milhões)
• Danilo (Botafogo) — € 24 milhões → € 32 milhões (R$ 51 milhões)
• Endrick (Real Madrid) — € 35 milhões → € 40 milhões (R$ 32 milhões)
• Matheus Cunha (Manchester United) — € 70 milhões → € 75 milhões (R$ 32 milhões)
• Ederson (Atalanta) — € 40 milhões → € 45 milhões (R$ 32 milhões)
• Léo Pereira (Flamengo) — € 10 milhões → € 12 milhões (R$ 13 milhões)
• Ibañez (Al-Ahli) — € 17 milhões → € 18 milhões (R$ 6,4 milhões)
O Brasil integra o Grupo C da Copa do Mundo ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Apesar da tradição e do favoritismo, a equipe chega ao torneio sob forte pressão para encerrar um jejum que já dura mais de duas décadas. Caso não conquiste o título em 2026, a Seleção Brasileira atingirá a maior seca de conquistas de sua história, completando 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo e acumulando seis edições consecutivas sem levantar a taça desde o pentacampeonato conquistado em 2002.
Mesmo sob pressão para encerrar o jejum mundial, o Brasil chega à Copa de 2026 com um dos elencos mais valiosos do torneio. A valorização de jovens talentos como Rayan, Igor Thiago e Danilo, somada à presença de estrelas consolidadas como Vinícius Júnior, Raphinha e Neymar, reforça a expectativa de que a Seleção possa voltar a disputar o título e encerrar a espera pelo hexacampeonato.





