- Após a renúncia de Marcelo Bielsa, Loco Abreu desponta como o principal candidato para assumir o comando da seleção uruguaia.
- Atual técnico do Tijuana, o ex-atacante de 49 anos iniciou a carreira de treinador em 2018 e já comandou sete clubes.
- Ídolo da Celeste e semifinalista da Copa do Mundo de 2010, Loco Abreu pode retornar à seleção, agora como treinador, no ciclo rumo ao Mundial de 2030.
A seleção do Uruguai, eliminada da Copa do Mundo de 2026 ainda na fase de grupos, já começou o planejamento para o próximo ciclo mundial, com foco na Copa do Mundo de 2030. De acordo com o Diario AS, após a renúncia do técnico Marcelo Bielsa, a Federação Uruguaia de Futebol definiu o ex-atacante Loco Abreu como principal candidato para assumir o comando da Celeste.
Ídolo da seleção uruguaia e com passagem pelo Botafogo, Loco Abreu é atualmente treinador do Club Tijuana, do México. Aos 49 anos, iniciou sua carreira como técnico na temporada 2018/19 e já comandou Rio Branco-ES, Boston River, Always Ready, Paysandu-URU, Universidad César Vallejo, Dorados e Tijuana.
Segundo o Diario AS, o presidente da entidade, Ignacio Alonso, chegou a convidá-lo para assumir a seleção uruguaia sub-20 em 2024. Na ocasião, o ex-jogador recusou o convite por entender que ainda não estava preparado para assumir uma função tão importante. Dois anos depois, Loco Abreu demonstra interesse em assumir o cargo de técnico principal da seleção uruguaia.
Bicampeão mundial (1930 e 1950) e segunda maior campeã da Copa América, com 15 títulos, o Uruguai inicia um novo ciclo em busca de voltar ao protagonismo internacional. A possível chegada de Loco Abreu faz parte desse planejamento visando a Copa do Mundo de 2030.
Como jogador, Loco Abreu disputou duas Copas do Mundo pelo Uruguai, em 2002 e 2010. Sua melhor campanha foi na Copa do Mundo da África do Sul, quando a Celeste terminou a competição na quarta colocação. Pela seleção uruguaia, disputou 70 partidas e marcou 26 gols. Seu último jogo com a camisa celeste foi em 2012, em um amistoso contra a França. Agora, mais de dez anos depois de sua despedida como jogador, pode retornar à seleção, desta vez como treinador principal.





