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Marcas ajustam campanhas após eliminação do Brasil na Copa do Mundo

Após o revés diante da Noruega, marcas como Itaú, Rexona e Vivo modificaram conteúdos e interromperam ações promocionais ligadas ao torneio

Foto: Getty Images

06 de julho de 2026

3 minutos de Leitura

⚡ Jogo Rápido
  • A eliminação do Brasil da Copa do Mundo levou patrocinadores e empresas que promoviam ações ligadas ao torneio a reverem suas estratégias de comunicação
  • Embora parte das campanhas de incentivo tenha permanecido no ar logo após o fim da partida, algumas marcas alteraram o conteúdo publicado em televisão e redes sociais
  • Entre as empresas que reagiram de forma mais imediata estão Itaú, Rexona e Vivo, cada uma adotando uma abordagem distinta diante da frustração dos torcedores

A eliminação do Brasil da Copa do Mundo, com a derrota por 2 a 1 para a Noruega, levou patrocinadores e empresas que promoviam ações ligadas ao torneio a reverem suas estratégias de comunicação.

Embora parte das campanhas de incentivo tenha permanecido no ar logo após o fim da partida, algumas marcas alteraram rapidamente o conteúdo publicado em televisão e redes sociais.

Entre as empresas que reagiram de forma mais imediata estão Itaú, Rexona e Vivo, cada uma adotando uma abordagem distinta diante da frustração dos torcedores, conforme noticiou o Valor Econômico.

O jogo foi encerrado por volta das 19h (horário de Brasília), e diversas peças de apoio à seleção continuaram sendo exibidas nos minutos seguintes.

A Rexona, patrocinadora da FIFA, antecipou uma mensagem voltada ao cenário de derrota ainda antes do apito final, reforçando o conceito de que a marca permaneceria ao lado da torcida independentemente do resultado.

Cerca de 40 minutos após o encerramento da partida, publicou nas redes sociais um vídeo com imagens de torcedores emocionados e uma mensagem destacando que novas oportunidades de comemoração ainda virão.

O Itaú, patrocinador da Seleção Brasileira, optou por retirar do ar conteúdos relacionados ao confronto. Poucos minutos após o fim do jogo, iniciou a exclusão de publicações feitas ao longo do dia e removeu postagens fixadas da campanha da Copa.

Em aproximadamente 40 minutos, mais de 500 conteúdos haviam sido apagados do perfil da instituição no Instagram, que também teve sua descrição alterada.

Já a Vivo se manifestou algumas horas depois da eliminação. A empresa publicou um vídeo curto com fundo branco, logotipo em tom cinza e a expressão “modo avião”, acompanhado de uma mensagem direcionada aos torcedores.

Antes da partida, o cenário era de intensa mobilização das marcas em torno da Seleção Brasileira. Patrocinadores da CBF ampliaram as ações nas redes sociais com campanhas de apoio, conteúdos produzidos com influenciadores e peças de humor voltadas ao público que acompanhava a fase eliminatória da competição.

O Itaú realizou diversas publicações relacionadas à torcida e a programas de benefícios, enquanto a Vivo apostou em conteúdos com Vinícius Júnior. A Volkswagen também promoveu ações sobre o confronto, assim como Guaraná Antarctica, Google, Uber e Sadia, que aproveitaram o período pré-jogo para reforçar campanhas associadas à Copa.

As iniciativas desenvolvidas durante a Copa vinham apresentando resultados relevantes em alcance e engajamento. O iFood informou que sua campanha atingiu 185 milhões de pessoas e ultrapassou 350 publicações nas redes sociais.

A Vivo registrou 1,4 milhão de interações e 32,2 mil compartilhamentos com a campanha “Brasileiro Roxo”, enquanto a Volkswagen afirmou ter alcançado quase 300 milhões de impactos e mais de 700 mil engajamentos.

Para a Rexona, a Copa do Mundo representou uma das principais apostas de marketing de 2026. A Unilever destinou metade do orçamento anual da marca no Brasil para ativações relacionadas ao torneio, em um investimento 10% superior ao realizado no ano anterior, marcando também sua estreia como patrocinadora da FIFA.

Até o fim da noite da eliminação, apenas Itaú, Vivo e Rexona haviam divulgado novos conteúdos adaptados ao resultado da partida.

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